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Avaliação do estresse oxidativo como marcador de lesão renal aguda associada cirurgia de revascularização do miocárdio

Processo: 19/00233-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 30 de abril de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Bertha Furlan Polegato
Beneficiário:Pedro Henrique Dalmolin de Vasconcelos Affonso
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Doença da artéria coronariana   Revascularização miocárdica   Lesão renal aguda   Procedimentos cirúrgicos cardíacos   Estresse oxidativo

Resumo

A doença arterial coronariana é uma das principais causas de morte no mundo e a cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM) constitui importante estratégia de tratamento. A grande maioria das CRM utiliza a circulação extracorpórea (CEC) que, apesar de melhorar a qualidade técnica da cirurgia, está relacionada a diversas complicações, como a lesão renal aguda (LRA), que pode ocorrer em até 30% dos pacientes, resultando em pior prognóstico e aumento de mortalidade. Tanto a injúria de reperfusão provocada pela utilização da CEC quanto a LRA compartilham mecanismos fisiopatológicos, como o aumento do estresse oxidativo. Apesar do diagnóstico da LRA ser feito, dentre outros fatores, por alteração nos valores de creatinina, esse não é um marcador precoce de LRA. A investigação de novos marcadores de risco de LRA pode ajudar na prevenção ou detecção precoce dessa complicação. Sendo assim, o objetivo do estudo é avaliar a relação da concentração sérica de hidroperóxido de lipídeo, que é um marcador de dano oxidativo, e atividade das enzimas antioxidantes glutationa peroxidase, catalase e superóxido dismutase e o surgimento de LRA em pacientes submetidos à CRM. Para isso, serão incluídos 80 pacientes submetidos à CRM com CEC, que terão amostras de sangue coletadas antes, durante e após o procedimento cirúrgico e que serão acompanhados durante toda a internação quanto ao aparecimento de LRA. O diagnóstico de LRA será feito pelo critério de KDIGO. O sangue coletado será utilizado para dosagem de hidroperóxido de lipídeo e atividade das enzimas catalase, superóxido dismutase e glutationa peroxidase.