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Imunoblot do oomiceto Pythium insidiosum: pesquisa de antígenos candidatos para o diagnóstico da pitiose

Processo: 19/08761-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2019
Vigência (Término): 30 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Sandra de Moraes Gimenes Bosco
Beneficiário:Jéssica Luana Chechi
Supervisor no Exterior: Theerapong Krajaejun
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Local de pesquisa : Mahidol University, Tailândia  
Vinculado à bolsa:16/10804-8 - Imunoproteômica do oomiceto Pythium insidiosum: antígenos candidatos ao diagnóstico da pitiose equina, BP.DR
Assunto(s):Micologia médica   Pitiose   Pythium insidiosum   Proteínas   Antígenos   Fatores de virulência

Resumo

Pitiose, cujo agente etiológico é o oomiceto Pythium insidiosum, é uma doença emergente que ocorre com maior frequência em países tropicais e subtropicais, afetando várias espécies animais. A doença é difícil de ser diagnosticada, pois as hifas do patógeno são, com frequência, confundidas com fungos zigomicetos em cortes histológicos. O tratamento da pitiose também é difícil, porque o patógeno não responde satisfatoriamente aos antifúngicos disponíveis devido a ausência de ergosterol na membrana plasmática, sendo necessário procedimentos cirúrgicos extensos, quando possível. Estudos sobre caracterização proteica deste patógeno são escassos. Na Tailândia, onde a doença é endêmica em humanos, estudos mostram que a principal fração proteica reconhecida pelos pacientes é uma proteína de 74 KDa, que vem sendo considerada como antígeno imunodominante. No Brasil a espécie mais afetada pela doença é a equina. Destaca-se que em nosso grupo temos estudado o perfil proteico de P. insidiosum, focando em fatores de virulência. No presente estudo, estamos focando na caracterização de proteínas imunodominantes comuns entre equinos do Brasil e pacientes humanos da Tailândia. Dados parciais com soros de equinos da região sudeste do Brasil, mostra o reconhecimento de proteínas de diferentes massas moleculares (144 KDa a 11 KDa), e pontos isoelétricos pH entre 4-7. A partir da caracterização dessas proteínas imunodominantes comuns, esperamos melhorar o diagnóstico da pitiose e contribuir para novas abordagens terapêuticas. (AU)