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Estresse oxidativo na obesidade felina

Processo: 18/19683-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Breno Fernando Martins de Almeida
Beneficiário:Tainara de Oliveira Martins
Instituição-sede: Faculdades Integradas de Ourinhos (FIO). Fundação Educacional Miguel Mofarrej. Ourinhos , SP, Brasil
Assunto(s):Clínica veterinária   Bioquímica animal   Estresse oxidativo   Obesidade   Antioxidantes   Felidae

Resumo

A obesidade é considerada uma epidemia de extrema importância na clínica de felinos, pois pode afetar até 35% da população. Além de diminuir a expectativa de vida, a obesidade está associada a doenças cardiovasculares, diabetes, hipertireoidismo, distúrbios hepáticos e alguns tipos de câncer. O estresse oxidativo está amplamente relacionado com a obesidade, pois promove a liberação de citocinas inflamatórias que levam a produção de espécies reativas de oxigênio, gerando danos celulares que podem ser irreversíveis. O presente trabalho terá como objetivo avaliar o estresse oxidativo associado a obesidade na espécie felina, testando a hipótese de que a capacidade antioxidante total, capacidade oxidante total e a peroxidação lipídica são dependentes do grau de obesidade. No estudo serão selecionados 30 felinos, divididos igualmente entre os grupos controle, sobrepeso e obeso, após avaliação clínico-laboratorial. As análises bioquímicas serão realizadas em fotocolorímetro, sendo determinada a capacidade antioxidante total por três métodos (capacidade antioxidante equivalente a trolox, capacidade de redução férrica do plasma e capacidade antioxidante cúprica redutora), capacidade oxidante total, peroxidação lipídica pelas substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico, além dos antioxidantes ácido úrico e albumina determinados por reagentes comerciais. As variáveis serão testadas quanto à normalidade e homocedasticidade e as diferenças entre os grupos serão verificadas pelos testes de ANOVA com pós-teste de Dunn ou Kruskall-Walis com pós-teste de Tukey, sendo consideradas significativas quando p<0,05.