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Efeito do estresse crônico na lesão periapical induzida em camundongos

Processo: 19/05148-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2019
Vigência (Término): 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia
Pesquisador responsável:João Eduardo Gomes Filho
Beneficiário:Renan Dal Fabbro
Supervisor no Exterior: Hajime Sasaki
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Michigan, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:17/27219-3 - Efeito do consumo de vinho tinto no desenvolvimento da Periodontite Apical induzida em ratos, BP.DR
Assunto(s):Periodontite periapical   Estresse crônico

Resumo

A periodontite apical (AP) origina-se no hospedeiro como resposta a microorganismos e seus produtos. Diversos estudos foram realizados com o objetivo de esclarecer a etiologia da doença periodontal, bem como os fatores que podem interferir nas respostas imunoinflamatórias. O estresse crônico (CS) tem sido relacionado como um fator de risco adicional à doença periodontal. Uma vez que o CS leva à perda óssea alveolar, é possível que a AP também possa ser afetada devido às semelhanças nos processos biológicos. O objetivo deste estudo é avaliar o desenvolvimento de AP em camundongos com e sem o protocolo de CS. Os ratos serão mantidos em gaiolas de plástico por 1 a 2 semanas antes de terem a polpa exposta, contendo forramento de papel comum para aclimatação. In vivo: camundongos (WT) C57BL/6J com 8 semanas de idade serão submetidos à exposição da polpa dentária. A cavidade de acesso ficará aberta permitindo a contaminação do canal. No primeiro dia de exposição ao estresse, trocaremos o papel forrador para água até uma profundidade de 1,5 cm e as condições de iluminação serão alteradas de claro/escuro para escuridão constante. Os animais serão anestesiados e eutanasiados após 28 dias de indução da AP. Antes da eutanásia, serão coletadas amostras de sangue para determinar os níveis de corticosterona para validar o modelo. As mandíbulas serão isoladas e hemisseccionadas. Uma hemimandíbula será fixada em paraformaldeído a 4% e submetida à tomografia computadorizada, histologia e será imuno-histoquimicamente marcada para macrófagos, óxido nítrico sintase induzível (iNOS) e arginase 1. A outra hemimandíbula será congelada e armazenada em -80 ° C até extração de RNA total para RT-PCR em tempo real. In vitro: macrófagos peritoneais residentes serão isolados de camundongos WT. Os níveis de IL-1±, TNF± e IL-6 serão determinados por ELISA. Para Western Blot, serão utilizados anticorpos monoclonais anti-rato/camundongo IL-1±, TNf-±, IL-6 e anti-²-actin. Após o teste de normalidade de Shapiro-Wilk, serão utilizados o teste t de Student ou o teste de Mann-Whitney com p<0,05.