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Caracterização dos padrões evolutivos de tamanho corporal de Testudinata no tempo profundo

Processo: 19/06119-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2019
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia
Pesquisador responsável:Max Cardoso Langer
Beneficiário:Bruna de Mattos Farina
Supervisor no Exterior: Roger Benson
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Oxford, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:18/10276-7 - Caracterização dos padrões macroevolutivos do tamanho corporal em Testudinata, BP.MS
Assunto(s):Paleontologia de vertebrados   Tamanho corporal

Resumo

Testudinata consiste em um clado de tetrápodes altamente diverso, tanto em termos de táxons viventes, quanto extintos. Isso é reflexo da grande diversidade ecológica e disparidade morfológica que o grupo possui, podendo estar relacionado com os vários ambientes que o grupo colonizou ao longo do tempo. Nesse contexto, métodos filogenéticos comparativos representam ferramentas importantes para a investigação dos padrões e modos de evolução de caracteres fenotípicos (e.g. tamanho corporal). Estudos prévios sobre evolução de tamanho corporal em tartarugas tiveram enfoque em táxons viventes, negligenciando as informações que podem ser oferecidas pelo registro fóssil. Assim, este projeto tem o objetivo de caracterizar os padrões macroevolutivos de tamanho corporal em Testudinata como um todo. Para isso, serão utilizados diferentes modelos evolutivos ajustados a base de dados de tamanho corporal, todos baseados no Movimento Browniano (BM) e processo Ornstein-Uhlenbeck (OU), com apenas um ou múltiplos regimes macroevolutivos. Com objetivo de identificar os padrões evolutivos no tempo profundo, será amostrado o máximo possível de táxons extintos, dos quais serão medidos o comprimento da carapaça e usada como proxy de tamanho corporal. Os resultados obtidos das análises macroevolutivas serão comparados com fatores abióticos (e.g. paleotemperatura) e bióticos (e.g. habitats), que poderiam direcionar as mudanças fenotípicas.

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