| Processo: | 18/23993-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Aquicultura |
| Pesquisador responsável: | Wagner Cotroni Valenti |
| Beneficiário: | Paulo Victor Leme Mantoan |
| Instituição Sede: | Centro de Aquicultura (CAUNESP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Sistemas de cultivo Gestão dos recursos naturais Economia de energia Balanço de energia Viveiros Lambari Curimbatá |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aquicultura integrada | Balanço de Energia | camarão-da-amazonia | cultivo integrado | curimbatá | Lambari | Balanço de Energia |
Resumo O cultivo integrado é reconhecido como uma forma consciente da utilização dos recursos naturais na aquicultura, e o uso racional da energia é um dos principais fatores para aumentar a sustentabilidade do sistema de produção. A entrada de energia é essencial nos diversos sistemas, como produtos denominados de insumos energéticos e se acumula nos diferentes compartimentos do sistema. O entendimento do balanço energético é importante para compreender como a energia em suas diferentes formas é distribuída nos compartimentos. Assim, neste trabalho testaremos a hipótese de que a energia acumulada nos compartimentos pode ser diferente em cada tipo de cultivo (mono e cultivo integrado) a partir da inserção de espécies que ocupem diferentes nichos tróficos e com diferentes hábitos alimentares. Para entender o balanço energético, os principais compartimentos foram selecionados e será quantificado o valor energético em Megajoule (MJ). O experimento terá duração de quatro meses em 12 viveiros de fundo natural, com três tratamentos e quatro repetições sendo sistema de monocultivo de lambari-do-rabo-amarelo (Astyanax lacustris) e dois cultivos integrados das espécies lambari-do-rabo-amarelo, camarão-da-amazônia (Macrobrachium amazonicum) e lambari-do-rabo-amarelo, camarão-da-amazônia e curimbatá (Prochilodus lineatus). Apenas os lambaris serão alimentados com dieta comercial duas vezes ao dia até a saciedade, as outras espécies se beneficiarão dos resíduos produzidos no sistema. Serão medidas as radiações solar e atmosférica, e coletadas amostras de água de entrada e saída, animais, sedimento, gases absorvidos e emitidos e animais mortos para a determinação do conteúdo energético. Entradas de energia elétrica e do trabalho humano serão estimadas. Com base nesses dados, será determinado o balanço energético dos três tratamentos estudados e o efeito da adição de espécies com diferentes nichos tróficos sobre a energia acumulada nos diferentes compartimentos. (AU) | |
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