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Resposta dos carrapatos Rhipicephalus sanguineus lato sensu (Acari: Ixodidae) e dos camundongos Mus musculus a exposição aos óleos vegetais de Egletes viscosa (Asteraceae) e Lippia schaueriana (Verbenaceae), potenciais acaricidas naturais

Processo: 19/02831-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada
Pesquisador responsável:Maria Izabel Souza Camargo
Beneficiário:Melissa Carolina Pereira
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Parasitologia   Carrapatos   Controle de carrapatos   Química de produtos naturais   Acaricidas   Rhipicephalus sanguineus   Bem-estar do animal

Resumo

A espécie Rhipicephalus sanguineus lato sensu (Ixodidae) é popularmente conhecida como "carrapato do cão" e causa prejuízos econômicos, sanitários e de saúde pública ou por sua ação parasitária e/ou por ser vetor de agentes patogênicos. Devido à sua importância no controle do metabolismo dos carrapatos, o sistema nervoso central, SNC (singânglio) é um dos principais órgãos alvo da ação de acaricidas, porém, a intensa e indiscriminada utilização de acaricidas sintéticos vem provocando a contaminação ambiental e a seleção de populações de carrapatos resistentes, o que estimula a busca por novas alternativas e métodos que sejam mais eficientes no seu controle. A ação inseticida, fungicida e antimicrobiana dos óleos de duas espécies de plantas nativas do Brasil, Egletes viscosa (Asteraceae) (macela) e Lippia schaueriana (Verbenaceae) (lipia da serra), já foi reportada na literatura e, com o objetivo de se avaliar e comparar como o singânglio de fêmeas de carrapatos R. sanguineus e a tireoide de camundongos Mus musculus (modelo de hospedeiro; organismo não alvo) respondem morfofisiologicamente à ação dos óleos essenciais extraídos destas plantas, é que se propõe desenvolver o presente estudo, trazendo à luz importantes informações que, certamente poderão contribuir no planejamento de estratégias de controle destes ectoparasitas que melhorem tanto a qualidade de vida dos animais considerados não alvos, quanto minimize os danos ambientais que vem sendo provocados pelo uso indiscriminado de acaricidas em geral. (AU)