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Ação da vasoibina (vash) como possível marcador de carcinogênese no adenocarcinoma colorretal

Processo: 18/21906-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 31 de maio de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Denise Gonçalves Priolli
Beneficiário:Maycon Giovani Santana
Instituição-sede: Universidade São Francisco (USF). Campus Bragança Paulista. Bragança Paulista , SP, Brasil
Assunto(s):Biomarcadores   Imuno-histoquímica   Neoplasias   Angiogênese

Resumo

Segundo a Organização Mundial de Saúde, o câncer é classificado como a segunda principal causa de morte no mundo, ficando atrás apenas das doenças que acometem o sistema circulatório. No Brasil, excluindo o câncer de pele não melanoma, o câncer colorretal é o terceiro mais comum em homens e o segundo em mulheres. A carcinogênese é uma variável dependente de diversos fatores e é descrita em três estágios: iniciação, promoção e progressão. Para propiciar a progressão tumoral se faz necessário o processo angiogênico que atenda às demandas metabólicas do mesmo. Moduladora da angiogênese, a vasoibina é uma proteína de função antiangiogênica que atua regulando os mecanismos de crescimento endotelial e proliferação de neovasos, inibindo o crescimento tumoral. A vasoibina surge como terapia-alvo a partir do processo antiangiogênico na tentativa de contornar a crescente incidência de câncer em âmbito mundial. Todavia, essa molécula ainda é não foi estudada como possível biomarcador da carcinogênese colorretal. Para este estudo amostras de pólipos adenomatosos, de tecido saudável e de adenocarcinoma colorretal serão submetidas à análise anatomopatológica, contagem de microvasos e análise imunohistoquímica utilizando o anticorpo anti-VASH, analisando-se a VASH e sua ação sobre a densidade vascular nas diferentes fases da carcinogênese. Pretende-se determinar o valor da VASH como biomarcador diagnóstico e/ou prognóstico no câncer colorretal.