| Processo: | 19/02624-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Isabel de Camargo Neves Sacco |
| Beneficiário: | Danilo Pereira dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Diabetes mellitus Polineuropatias Pé diabético Fisioterapia Reabilitação (terapêutica médica) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cartilha | diabetes | Exercício | fisioterapia | neuropatia diabetica | pé diabético | Reabilitação |
Resumo A polineuropatia diabética periférica (PND) é uma das principais complicações do diabetes, o que provoca alterações de sensibilidade (térmica, tátil, vibratória e proprioceptiva) e alterações motoras associadas às deformidades nos pés. Tais complicações, quando agravadas, podem favorecer o aparecimento de feridas que quando não tradadas geralmente evoluem para úlceras e findam com a amputação do membro. As alterações decorrentes da PND podem ser atenuadas por meio de programas de exercícios específicos para os pés, desta forma gera melhoria para a função muscular e funcionalidade. As diversas alterações musculoesqueléticas dos pés e tornozelos em pessoas com PND requer o autocuidado, assim, exercícios para os pés, nos quais a pessoa possa auto gerenciar sua prática, podem ser eficazes para prevenção de complicações nos pés. Este Ensaio clínico controlado randomizado visa avaliar o uso de uma tecnologia de reabilitação no formato de cartilha e os efeitos nas respostas clínicas da PND (sensibilidade tátil e vibratória, equilíbrio funcional e funcionalidade dos pés). A amostra será composta por 38 pacientes com PND de até 75 anos que serão divididos aleatoriamente nos grupos controle (GC) ou intervenção (GI). Os sujeitos serão avaliados em 2 momentos, antes do início da intervenção e após 8 semanas. A avaliação inclui saúde e funcionalidade dos pés, sensibilidade tátil e vibratória dos pés e equilíbrio funcional. São hipóteses deste estudo que grupo intervenção apresentará uma melhora da saúde e funcionalidade dos pés e dos sintomas neuropáticos, melhora na sensibilidade tátil e vibratória e melhora do equilíbrio funcional, quando comparados ao grupo controle após 8 semanas de intervenção. | |
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