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Efeito da aclimatação a diferentes temperaturas sobre a sensibilidade térmica da resposta imune da rã-touro (Lithobates catesbeianus)

Processo: 19/07218-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2019
Vigência (Término): 30 de junho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada
Pesquisador responsável:Fernando Ribeiro Gomes
Beneficiário:Alan Siqueira Lima
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/16320-7 - Impactos das mudanças climáticas e ambientais sobre a fauna: uma abordagem integrativa, AP.PFPMCG.TEM
Assunto(s):Temperatura ambiente   Imunidade inata   Aclimatação animal   Fagocitose   Anfíbios   Rã-touro   Lithobates catesbeianus

Resumo

Os anfíbios estão vivenciando um rápido declínio populacional ao redor do mundo. Esse padrão está associado a diversos fatores, sendo os mais recorrentes atribuídos às mudanças climáticas, associados às alterações imprevisíveis dos regimes térmicos e de pluviosidade, bem como à ocorrência de doenças emergentes. Vale ressaltar que alterações de temperatura atuam de forma sinergética, influenciando tanto a fisiologia do patógeno, quanto a capacidade do hospedeiro em desempenhar uma resposta imune eficaz contra agentes infecciosos. Por serem animais ectotérmicos, os anfíbios são particularmente sensíveis a alterações de temperatura. Entretanto, pouco se conhece sobre a sensibilidade térmica da resposta imune dos anfíbios. Diante disso, o presente projeto se dedica a investigar o efeito da aclimatação a diferentes temperaturas (28°C e 34°C) sobre a sensibilidade térmica da resposta imune, medida como: atividade fagocítica de leucócitos sanguíneos e capacidade bactericida plasmática (CBP), em rãs-touro (Lithobates catesbeianus). Amostras de sangue serão coletadas 7 dias após os animais chegarem ao biotério, e 20 e 45 dias após o período de aclimatação dos animais. O ensaio de fagocitose será realizado com leucócitos sanguíneos e a CBP com amostras de plasma, ambos em 8 temperaturas diferentes, compreendendo um gradiente de 5°C a 40°C (com intervalos de 5°C), para determinar a curva de sensibilidade térmica desses dois componentes da resposta imune.