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Análise da expressão e inibição da indoleamina 2,3-dioxigenase (IDO) na transição epitélio-mesenquimal em câncer de bexiga

Processo: 19/02978-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Humberto Dellê
Beneficiário:Andressa Assunção dos Santos
Instituição-sede: Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Campus Vergueiro. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Urologia   Neoplasias da bexiga   Indolamina-pirrol 2,3,-dioxigenase   Vacina BCG   Imuno-histoquímica

Resumo

O câncer de bexiga (CB) é o sétimo tipo de câncer mais comum em homens, destacando que os tumores não invasivos correspondem ao maior número de casos. A ressecção transuretral do tumor vesical (RRTV) associada à imunoterapia com Bacilo Calmette-Guérin (BCG) é o tratamento mais eficaz e a profilaxia para os tumores não músculo-invasivos. O tratamento com BCG é considerado como a melhor terapêutica, contudo, aproximadamente 30 a 40% dos pacientes não respondem a esta terapia, o que pode favorecer a progressão da doença para formas invasivas. A utilização do BCG induz a liberação de interferon-gama, um indutor da indoleamina-2,3 dioxigenase (IDO), sendo provável que a IDO esteja relacionada com os eventos deflagrados por essa terapêutica. A IDO, expressa na placenta e em órgãos linfóides, desenvolve um papel imunomodulador, o que garante o escape tumoral em diversos tipos de câncer. Sabendo-se que na intensificação da transição epitélio-mesenquimal (TEM) mediada por TGF-beta tem-se uma alteração da IDO, o objetivo desse trabalho é analisar a expressão desses dois marcadores, correlacionando-os com os marcadores de TEM com e sem o tratamento com BCG. Além disso, verificar se a inibição da IDO influencia a TEM no CB com e sem tratamento com BCG. Será utilizado o modelo murino ortotópico de CB. Amostras do tumor serão coletadas para avaliação imunohistoquímica da expressão de IDO, TGF-beta e marcadores de TEM, bem como por meio de PCR em tempo real. Identificar a participação da IDO na TEM, assim como na fisiopatologia do CB, pode auxiliar o desenvolvimento de novas ferramentas prognósticas, diagnósticas e terapêuticas.