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Avaliação da reatividade vascular e da atividade gelatinolítica das metaloproteinases 2 e 9 após a anestesia com isoflurano em ratas prenhes

Processo: 19/06072-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 31 de maio de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal
Pesquisador responsável:Carlos Alan Candido Dias Junior
Beneficiário:Carolina Rosa Rodrigues de Souza
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Gravidez   Hipertensão induzida pela gravidez   Anestesia   Isoflurano   Reatividade cardiovascular   Metaloproteinases

Resumo

O uso de anestésicos voláteis tem sido cada vez mais estudado nas cirurgias não eletivas em gestantes, sendo necessário em diversos procedimentos emergenciais. Assim, examinar as repercussões vasculares da anestesia na gestação permite avaliarmos os efeitos cardiovasculares na mãe, minimizar o risco de comprometimento fetal e prevenir o trabalho de parto prematuro. O isoflurano é um dos agentes mais utilizados para anestesia geral, mas apesar de apresentar baixo coeficiente de partição sangue-gás, sua segurança na gravidez ainda não está estabelecida. Sabe-se que o isoflurano pode influenciar a resposta vasomotora, comprometendo a vasodilatação endotélio-dependente causada pela liberação do óxido nítrico (NO). Além disso, redução da biodisponibilidade de NO tem sido associada ao aumento da atividade das metaloproteinases (MMPs), especialmente a MMP-2 e MMP-9. Entretanto, nenhum estudo prévio avaliou as alterações vasculares e a atividade gelatinolítica das MMPs após a anestesia com isoflurano de ratas prenhes. Portanto, a nossa hipótese é que após a anestesia com isoflurano há um comprometimento da vasodilatação dependente do endotélio e este efeito está relacionado ao aumento na atividade da MMP-2 e MMP-9 no vaso. Sendo assim, os objetivos deste projeto são determinar a repercussão vascular após a anestesia com isoflurano de ratas prenhes, bem como sua influência na atividade da MMP-2 e MMP-9. Para cumprirmos estes objetivos, ratas Wistar serão distribuídas aleatoriamente em grupos de prenhes e virgens, anestesiadas (ou não) com isoflurano para posterior análise da responsividade vascular a constritores e dilatadores em anéis de aorta com endotélio (E+) ou sem (E-). Serão realizados também os seguintes ensaios bioquímicos na aorta: zimografia para a atividade gelatinolítica das MMPs e a técnica de Griess para a concentração de NO.