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Oxigênio-ozonioterapia para tratamento de Acidente Vascular Encefálico Isquêmico induzido em modelo animal

Processo: 18/24552-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Carlos Eduardo Ambrósio
Beneficiário:Jéssica Rodrigues Orlandin
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Ozonioterapia   Acidente vascular cerebral   Anóxia   Modelos animais

Resumo

O Acidente Vascular Encefálico, ou AVE, é a patologia mais comum do sistema nervoso central em humanos, sendo a segunda principal causa de morte e incapacidades físicas e cognitivas em países em desenvolvimento. Trata-se de um distúrbio vascular, que pode se apresentar de forma isquêmica ou hemorrágica, sendo a primeira mais comum. Apesar ainda faltarem estudos sobre a prevalência AVEs em animais, acredita-se que a patologia está se tornando cada vez mais comum, principalmente devido aos hábitos e idade progressiva de cães e gatos. No presente trabalho, 32 ratos serão utilizados. No grupo Sham (n=8), terão as calotas cranianas expostas, porém, sem a indução do AVE. Todos os demais animais serão submetidos ao procedimento de indução de AVE e divididos em 3 grupos: grupo controle (n=8), onde os animais não receberão nenhum tipo de terapia, exceto pelo procedimento pré e pós cirúrgico; grupo SC (n=8), onde os animais receberão o gás pela via subcutânea, na região cervical; grupo IP (n=8), onde os animais serão submetidos à ozonioterapia via intraperitoneal. Semanalmente, os animais serão submetidos à avaliação neurológica. Após 42 dias, os ratos serão eutanasiados e os encéfalos avaliados histologicamente, a fim de mensurar a área lesionada. Espera-se que os animais trados com o gás apresentem melhora neurológica e tecidual quando comparados com o grupo controle. Comparando apenas os animais tratados, acredita-se que não haverá diferença significativa entre as vias de administração do gás, uma vez que todas são passíveis da atuação deste. (AU)