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Estudo experimental da participação do sistema renina-angiotensina-aldosterona nas adaptações hemodinâmicas e morfofuncionais cardíacas provocadas pela falência ovariana: efeito do treinamento físico aeróbio

Processo: 19/03431-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Hugo Celso Dutra de Souza
Beneficiário:Thauane Hanna Fares
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiologia do exercício   Remodelação ventricular   Angiotensinas   Treinamento físico   Calpaína   Metaloproteinases

Resumo

A privação dos hormônios ovarianos em ratas jovens é marcada por um importante aumento na fibrose cardíaca, acompanhada de remodelamento cardíaco adverso. Entretanto, os mecanismos ainda são incertos. Sendo assim, nós investigaremos a participação do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) nesses achados, e se o mecanismo envolvido no aumento da fibrose cardíaca está ligado a maior atividade e expressão da metaloproteinase de matriz-2 (MMP-2) e da calpaína-1. Também investigaremos o papel do treinamento físico aeróbio como moderador desses processos. Para tanto, 64 ratas Wistar serão submetidas à ovariectomia na 10a semana de vida e distribuídas em dois grandes grupos: grupo de ratas sedentárias com 22 semanas de vida (N=32) e grupo de ratas treinadas (N=32) por meio da natação durante as últimas 10 semanas (12a à 22a semanas de vida). Cada grande grupo será subdividido em dois menores grupos; tratado somente com veículo (água; N=16) e tratado com maleato de enalapril (10mg/kg/dia, N=16), um inibidor da enzima conversora da angiotensina II. Todos os animais serão submetidos aos seguintes protocolos experimentais; avaliação hemodinâmica que consistirá do registro da evolução da pressão arterial (PA) e da frequência cardíaca (FC) por meio de exame pletismográfico em quatro momentos distintos, 12a, 14a, 18a e 22a semanas de vida; exame ecocardiográfico que será realizado na 12a e 22a semanas de vida para avaliação da morfologia e funcionalidade cardíaca; quantificação da fibrose cardíaca por meio de análise histológica; avaliação das atividades da calpaína-1 e da MMP-2 utilizando zimografia em gel, e as expressões proteicas por meio de western blot e imunoflorescência. (AU)

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