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Regulação do fluxo sanguíneo na superfície ventrolateral do bulbo em modelo animal de Doença de Parkinson

Processo: 19/09323-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Ana Carolina Thomaz Takakura
Beneficiário:Luiz Marcelo Oliveira Santos
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/23376-1 - Núcleo retrotrapezóide, quimiossensibilidade central e automaticidade respiratória, AP.TEM
Assunto(s):Sistema nervoso central   Respiração

Resumo

A Doença de Parkinson (DP) é um distúrbio neurodegenerativo conhecido por sua perda progressiva de neurônios dopaminérgicos na porção compacta da substancia negra (SNpc). Muito menos conhecido, ainda que clinicamente muito importante, são os efeitos prejudiciais na respiração associados à DP. Estudos utilizando o modelo de 6-hidroxidopamina (6-OHDA) em ratos revelaram a redução da frequência respiratória (fR), o prejuízo no quimiorreflexo central e a diminuição da imunorreatividade para o fator de transcrição Phox2b no núcleo retrotrapezóide (RTN). O RTN constitui um grupo de neurônios glutamatérgicos que apresenta um papel relevante no processo da quimiorrecepção central e no automatismo respiratório. Recentes trabalhos demonstraram que o fluxo sanguíneo na região ventrolateral do bulbo é diminuído em uma situação de altos níveis de CO2; característica esta, atribuída à participação dos astrócitos localizados nesta região e a sua provável liberação de neurotransmissores como o ATP e o glutamato na regulação do fluxo sanguíneo. A partir destas evidências, torna-se importante investigarmos o papel de células astrocitárias localizadas na região do RTN no tônus de vasos sanguíneos no modelo experimental de DP. Os experimentos elaborados neste projeto procuram testar se no modelo experimental de DP, os astrócitos e os neurotransmissores liberados por esse grupo de células, são mais influentes na regulação do fluxo sanguíneo na região ventrolateral do bulbo em ratos por meio em uma situação de hipercapnia, por meio de experimentos eletrofisiológicos associados à farmacologia e técnicas de imuno-histoquímica.

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