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Quantificação do sinal T2 e volume da amígdala em ressonância magnética de pacientes com epilepsia de lobo temporal mesial e em pacientes com depressão

Processo: 19/08390-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Fernando Cendes
Beneficiário:Marcelo Eduardo Ramos Barbosa
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07559-3 - Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia - BRAINN, AP.CEPID
Assunto(s):Neurologia   Epilepsia   Depressão   Tonsila do cerebelo   Volumetria   Relaxometria   Ressonância magnética

Resumo

Epilepsia é um termo pouco específico, engloba doenças que têm em comum crises epilépticas recorrentes na ausência de condição tóxico-metabólica ou febril. Já as crises epilépticas são consequências clínicas da disfunção temporária de grupos de neurônios encefálicos, com apresentação clínica variada dependendo da área afetada e podem ser secundárias a muitos processos patológicos. As crises epilépticas são divididas em crises de início focal, início generalizado e início desconhecido. Dentre as epilepsias focais, a mais comum é a epilepsia de lobo temporal mesial (ELTM), quase sempre associada a esclerose mesial temporal. Comorbidades psiquiátricas são frequentes nesses pacientes, sendo a mais com uma depressão. Estudos recentes têm apontado para uma relação bidirecional entre as duas patologias, sugerindo que tenham processos fisiopatológicos comuns. Nosso objetivo é mensurar e comparar o volume e sinal em T2 da amígdala de pacientes com depressão e com ELTM, em que estas patologias ocorram de maneira independente e simultânea, e um grupo controle, utilizando as técnicas de volumetria e relaxometria.