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Modelo analítico de prontidão de tecnologias da informação e comunicação aplicáveis à gestão das cidades: cidades inteligentes

Processo: 19/07963-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE  
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2019
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Administração - Administração Pública
Pesquisador responsável:Marcos Cesar Weiss
Beneficiário:Marcos Cesar Weiss
Empresa:MR/W Brasil Consultoria em Informática Ltda. EPP
CNAE: Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não-customizáveis
Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais e humanas
Vinculado ao auxílio:17/22229-0 - Modelo analítico de prontidão de tecnologias da informação e comunicação aplicáveis à gestão das cidades: cidades inteligentes, AP.PIPE
Assunto(s):Tecnologias da informação e comunicação   Organização e administração   Cidades inteligentes   Poder público

Resumo

Cidades inteligentes fazem uso intensivo das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) para incrementar a eficiência de suas capacidades organizacionais, promover a quantidade e a qualidade das infraestruturas e dos serviços públicos, fomentar a inovação e fortalecer sua competitividade em diferentes cenários sociais e econômicos. Essas TIC se apresentam como ferramentas apropriadas para que o poder público em âmbito local as implemente para viabilizar novas formas de gestão das cidades, permitindo que a dinâmica urbana seja melhor entendida e realizada. Assim como iniciativas de cidades inteligentes se multiplicam ao redor do mundo, alguns modelos avaliativos também estão à disposição, como os modelos de Chourabi, de Rudolf Giffinger, o Smart Cities Maturity Model ou o Smart Cities Readiness Guide, que serão apresentados no curso desse trabalho. Esses modelos levam em conta vários aspectos relacionados à dinâmica urbana, mas não focalizam, particularmente, a identificação, qualificação e a aplicabilidade dos diferentes componentes das TIC na construção de uma cidade inteligente, correlacionando os diferentes serviços públicos com as tecnologias aplicáveis a eles. Ademais, não se prestam como método para apoiar gestores locais em suas atividades de planejamento e averiguação de resultados de iniciativas de implementação de tecnologias que visem à cidade inteligente. Sob essa perspectiva, resta saber como avaliar se uma cidade pode ser qualificada como cidade inteligente a partir da implementação de TIC no âmbito do poder público local. O presente projeto de pesquisa aplicada tem por objetivo a proposição de um modelo avaliativo de prontidão de TIC aplicáveis à gestão das cidades, complementando, aprimorando e transformando em produto comercializável os resultados iniciais da pesquisa de doutorado do pesquisador responsável por esse projeto. Para tanto, o projeto, com prazo de dois anos, de desenvolverá por meio das seguintes etapas: 1) atualização do campo teórico; 2) revisão e ampliação do modelo avaliativo inicial; 3) validação preliminar do modelo avaliativo revisado; 4) ajustes e desenvolvimento dos algoritmos; 5) ampliação do campo de aplicação; 6) validação final de resultados; 7) especificação de requisitos sistêmicos; 8) redação do relatório final. O desenvolvimento de um modelo avaliativo de prontidão de TIC é o núcleo desse projeto com vistas a: a) promover maior aprofundamento sobre as TIC aplicáveis à gestão das cidades em termos de funcionalidades esperadas e requisitos de integração e intercâmbio de dados, de forma a promover uma visão holística e de dependência entre domínios e dimensões da gestão da cidade; b) habilitar governos, organizações não governamentais, cidadãos, empresas e outros atores interessados na gestão das cidades com uma instrumento capaz de identificar, avaliar e projetar as possibilidades de utilização das TIC para o incremento da eficiência na gestão da cidade visando à implementação de cidades inteligentes, incluindo a possibilidade de balizamento para a identificação e gerenciamento de riscos inerentes ao desenho, execução e aferição de resultados de projetos de TIC pelo poder público em nível local; c) propiciar a criação de planos avaliativo e evolutivo de implementação das TIC na gestão das cidades, considerando o incremento de funcionalidades tecnológicas necessárias a cada dimensão da gestão urbana e as integrações necessárias entre as dimensões de um mesmo domínio ou de outros domínios. (AU)