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As vozes da fragmentação socioespacial: uma análise a partir da (i)mobilidade e da (in)acessibilidade urbanas dos citadinos periféricos residentes em Ribeirão Preto - SP

Processo: 19/02849-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Maria Encarnação Beltrão Sposito
Beneficiário:Alexandre Antonio Abate
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/07701-8 - Fragmentação socioespacial e urbanização brasileira: escalas, vetores, ritmos e formas FragUrb, AP.TEM
Assunto(s):Geografia urbana   Produção do espaço urbano   Mobilidade   Acessibilidade   Metrópoles   Ribeirão Preto (SP)

Resumo

No Brasil, as maiores e mais complexas cidades, como as metrópoles, e cidades médias, apresentam um aprofundamento da diferenciação socioespacial que aponta para a constituição da fragmentação socioespacial. Esse processo decorre de as cidades brasileiras estarem submetidas às lógicas perversas da reprodução ampliada e infinita do capital e aos ditames do neoliberalismo, fazendo com que o espaço urbano, cada vez mais, torne-se mercadoria, alterando, desta forma, os princípios e os sentidos do direito à cidade (LEFEBVRE, 2001). Este projeto de pesquisa visa compreender, mediante a análise das práticas espaciais dos citadinos de baixo poder aquisitivo e periféricos, como a lógica socioespacial fragmentária estrutura-se e se consolida, em oposição aos pressupostos do direito à cidade (LEFEBVRE, 2001). Deste modo, o processo de fragmentação socioespacial será analisado a partir da dimensão empírica da mobilidade urbana, a qual é indissociável da acessibilidade urbana. Vinculadas a ela, adotaremos, também, as dimensões empíricas do consumo, do lazer e do trabalho. Para a pesquisa que ora propomos, selecionamos a cidade média de Ribeirão Preto, situada no Estado de São Paulo, a qual, com base em várias pesquisas já realizadas, apresenta uma intensificação da diferenciação socioespacial. A nossa pesquisa vincula-se ao projeto temático do Grupo de Pesquisa Produção do Espaço e Redefinições Regionais (GAsPERR), intitulado "Fragmentação socioespacial e urbanização brasileira: escalas, vetores, ritmos, formas e conteúdos - FragUrb". (AU)