Busca avançada
Ano de início
Entree

Validação de um modelo in-house de epiderme humana reconstituída in vitro (RhE) para avaliação da irritação cutânea pelo método OECD 439

Processo: 19/07710-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 31 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Pesquisador responsável:Cynthia Bomfim Pestana
Beneficiário:Ana Carolina de Almeida Pinto Schwarzer
Empresa:Tecam Tecnologia Ambiental Ltda
Vinculado ao auxílio:16/06985-7 - Desenvolvimento e implementação de métodos alternativos ao uso de animais em boas práticas de laboratório, AP.PIPE
Assunto(s):Toxicologia   Desenvolvimento

Resumo

A inclusão dos 3R (Reduce, Refine, Replace) na indústria iniciou-se com a proibição da COLIPA (Cosmetics Europe - The Personal Care Association) de experimentação animal para avaliação toxicológica de produtos cosméticos e seus ingredientes. Esta medida, inicialmente, teve grande repercussão no ramo de cosméticos de países da Comunidade Europeia. No entanto, seu impacto se estendeu rapidamente a países, como Estados Unidos, e também a outros setores industriais (e.g. farmacêuticas - descobrimento de novas drogas). A iniciativa de utilização de métodos alternativos a animais já atingiu o Brasil, onde se criou a Rede Nacional de Métodos Alternativos (Renama) e o Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos (BraCVAM). Recentemente (2014), agências regulatórias nacionais reconheceram 17 normas baseadas em métodos in vitro, as quais devem ser implementadas em um período de 5 anos. No entanto, a implementação destas normas no cenário brasileiro não é tão simples e enfrentam grandes barreiras, devido às dificuldades de importação de materiais necessários para a realização destes testes (e.g. epiderme humana reconstituída in vitro - RhE). Há uma necessidade iminente de desenvolvimento destes modelos de cultivo 3D, como a RhE da norma OECD 439, em território nacional, para que se possa suprir as necessidades das empresas brasileiras sem que as mesmas tenham recorrer a empresas no exterior para realização dos métodos in vitro adotados pelas agências regulatórias brasileiras. Desta forma, o presente projeto visa implementar um modelo in-house de RhE e validar seu uso para testes de irritação cutânea in vitro (método OECD 439) a serem ofertados ao mercado nacional.