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Avaliação da pluripotência e autorrenovação de células-tronco embrionárias murinas com expressão diferencial de STI1

Processo: 19/06971-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Marilene Hohmuth Lopes
Beneficiário:Maria Clara da Silva Souza
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Células-tronco   Células-tronco embrionárias murinas   Proliferação   Pluripotência   Proteínas de choque térmico

Resumo

Stress Inducible Protein 1 (STI1) é uma proteína expressa constitutivamente pelo organismo, desde estágios iniciais do desenvolvimento embrionário. Dentre os papéis biológicos importantes desempenhados pela STI1, destaca-se a sua atuação como cochaperona, formando um complexo entre as proteínas de choque térmico Hsp70/Hsp90, auxiliando no trabalho destas chaperonas através da hidrólise de ATP. Além disso, estudos apontam que a STI1 está envolvida em uma série de outros processos importantes para a célula. A importância da STI1 no desenvolvimento é evidenciada em experimentos realizados com camundongos knockout (ausência total da proteína), os quais se mostraram inviáveis, havendo degeneração precoce do embrião após o décimo dia de vida intrauterina (E10.5). Um dos principais modelos de estudo utilizados para reproduzir o desenvolvimento embrionário em mamíferos são as células-tronco embrionárias murinas (CTEm). A capacidade dessas células de se replicarem indefinidamente sem morte, requer um aumento em proteínas chaperonas e cochaperonas.Dada à importância da STI1 no desenvolvimento embrionário de camundongos, o principal objetivo do trabalho é analisar a relevância dessa proteína na proliferação e na manutenção da pluripotência de células-tronco embrionárias diante de sua perda-de-função, comparando o crescimento de células que expressam diferentes níveis de STI1, com células tipo-selvagem. Sendo assim, o nosso estudo contribui para o entendimento da importância da STI1 na biologia de CTE, podendo vir a evidenciar novos mecanismos moleculares envolvidos no status de pluripotência dessas células.