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Heterocronismos: as imagens do tempo em Don Quijote de la mancha

Processo: 19/09759-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2019
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - Teoria e Filosofia da História
Pesquisador responsável:Hélio Rebello Cardoso Júnior
Beneficiário:Caio Vinicius Russo Nogueira
Supervisor no Exterior: Isabelle Ost
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Local de pesquisa : Université Saint-Louis - Bruxelles, Bélgica  
Vinculado à bolsa:18/10447-6 - Anacronismos: as imagens do tempo em Dom Quixote de la mancha, BP.MS
Assunto(s):História da arte   Estética

Resumo

A pesquisa Anacronismos : as imagens do tempo em Don Quijote de la Mancha, financiada pela FAPESP é desenvolvida na UNESP, Campus de Assis, sob a orientação do Prof. Dr. Hélio Rebello Cardoso Júnior. O objetivo dessa pesquisa no exterior, Heterocronismos : as imagens do tempo em Don Quijote de la Mancha, é estudar diferentes textos da obra de Warburg, Didi-Huberman, Gillez Deleuze e Jacques Rancière para compreender o conceito de heterocronismo nas imagens do tempo imanente à obra Don Quijote de Miguel de Cervantes. A partir de leituras já realizadas até o presente, nós acreditamos ser de grande importância aprofundar à discussão da pesquisa em um viés transdisciplinar, entre História da Arte, Estética, Teoria Literária e a Teoria e Filosofia da História, para avançarmos sob o ponto de vista teórico das imagens quando pensado na tessitura da escritura literária. A pesquisa será desenvolvida no « Centre Prospéro : langage, image et connaissance » da Université Saint-Louis-Bruxelles sob a supervisão da Prof. Isabelle Ost. É através dessa intersecção teórica que podemos considerar e compreender as duas imagens do tempo (cristológica e barroca) presentes na obra Don Quixote como uma múltiplicidade temporal caracterizada pelas montagens anacrônicas do tempo, assim, podemos compreender a obra mesma como a criação de um outro ritmo temporal que se dobra e se desdobra na virtualidade do horizonte baroco infinito.