| Processo: | 19/01632-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Lara Durães Sette |
| Beneficiário: | Daniela Mayumi Kita |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biotecnologia Sustentabilidade Extremófilos Fungos Antártica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antártica | biotecnologia | Coleção de Culturas Microbianas | corante têxtil | Extremófilos | fungos | Biotecnologia microbiana |
Resumo Os micro-organismos são detentores de potencial para o progresso científico e contribuição para a melhoria dos processos produtivos, devido à suas características e propriedades especiais. Neste contexto, os organismos capazes de sobreviver em ambientes extremos, como a Antártica, vêm sendo estudados pelo grupo de pesquisa da Prof. Lara Sette (UNESP/Rio Claro) para que se amplie o conhecimento sobre sua diversidade, recursos genéticos e possíveis aplicações biotecnológicas em diversos setores de importância socioeconômica. Os micro-organismos (fungos filamentosos e leveduras) da Antártica são mantidos na coleção de pesquisa do Laboratório de Micologia Ambiental e Industrial (LAMAI), a qual está associada à Central de Recursos Microbianos da UNESP (CRM-UNESP). Assim, o presente projeto visa isolar seletivamente, pela técnica de enriquecimento, fungos filamentosos e leveduras a partir de amostras marinhas e terrestres da Antártica coletadas recentemente no âmbito da OPERANTAR XXVII (Dezembro de 2018), os quais podem possuir potencial para degradação de corantes têxteis. Em adição, os fungos serão preservados, fotodocumentados e catalogados. O isolamento seletivo e preservação dos fungos da Antártica resultará na ampliação do acervo da CRM-UNESP e permitirá avanços nos estudos de aplicação biotecnológica de fungos extremófilos, contribuindo para o conhecimento científico. | |
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