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Levantamento e detecção de vírus transmitidos por ácaros Brevipalpus em Hibiscus spp. no Brasil

Processo: 19/09222-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2019
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Juliana de Freitas Astúa
Beneficiário:Mariane da Costa Rodrigues
Instituição-sede: Instituto Biológico (IB). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Brevipalpus

Resumo

A agricultura é uma das principais bases da economia brasileira, mas as diversas culturas estão sujeitas ao ataque de pragas e patógenos, o que causa prejuízos financeiros. Entre esses patógenos, o grupo dos vírus transmitidos por ácaros do gênero Brevipalpus, conhecidos como VTBs, desperta interesse por ter aumentado sua importância nas últimas décadas, devido aos problemas acarretados em culturas de importância econômica como citros, café, maracujá e em espécies ornamentais, como as orquídeas. Ademais, há vários relatos de VTBs identificados inicialmente em plantas ornamentais e que passaram a infectar culturas de interesse econômico. O gênero Hibiscus spp. merece destaque, com suas mais de 200 espécies botânicas e ao menos quatro VTBs relatados. Objetiva-se nesse projeto realizar um levantamento da diversidade de vírus transmitidos por ácaros Brevipalpus que infectam hibisco no Brasil. Há fortes indícios de que essa planta ornamental seja hospedeira alternativa de diversos VTBs, podendo atuar como importante reservatório desses vírus, uma vez que ela é prevalente no Brasil, em jardins, quintais, praças e mesmo em pomares e áreas de produção de culturas de importância econômica como citros, sendo utilizada como cercas vivas. Além disso, a ornamental hibisco é reconhecida como hospedeira de ao menos quatro espécies de ácaros Brevipalpus que as colonizam com bastante eficiência. Finalmente, enquanto os diversos órgãos nacionais e estaduais de defesa fitossanitária costumam dar muita atenção a pragas das plantas cultivadas, o mesmo não ocorre com ornamentais de menor importância econômica, como o caso do hibisco, o que pode acarretar na introdução de novas pragas para áreas até então indenes.