| Processo: | 19/01456-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Ciência Política |
| Pesquisador responsável: | Oswaldo Martins Estanislau Do Amaral |
| Beneficiário: | Otávio Zilioli Catelano |
| Instituição Sede: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Partidos políticos Instituições políticas Sistemas partidários Comportamento eleitoral Município |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Instituições políticas | município | Novos partidos | Partidos Políticos | sistemas partidários | Partidos e sistemas partidários |
Resumo O objetivo desta pesquisa é explicar os fatores institucionais que definem os sistemas partidários municipais e qual arranjo entre estes fatores favorece a entrada de novos partidos. Para tanto, analisaremos o desempenho eleitoral para disputa de prefeituras dos oito partidos brasileiros criados na atual década (2010-hoje). Em específico, observaremos as disputas ocorridas em municípios com menos de 200 mil eleitores que, por serem eleições majoritárias de turno único, tendem ao bipartidarismo (DUVERGER, 1970), o que nos aproxima dos pressupostos de Mainwaring e Scully (1995). A hipótese do trabalho é que os novos partidos tendem a encontrar terrenos eleitoralmente mais propícios em municípios cujos cenários são de sistemas partidários pouco institucionalizados. Levaremos em conta as dinâmicas da migração partidária e da política local. Avaliar a inserção de novas legendas em sistemas partidários locais é importante pois elas podem alterar o padrão eleitoral vigente caso sejam capazes de apresentarem competidores viáveis. Isso nos trará informações sobre o quanto as relações entre os partidos são institucionalizadas ou não, na medida em que permitem a entrada competitiva de novos atores; bem como das relações entre os partidos e os eleitores, na medida em que estes votam em novas siglas. Nesta pesquisa, utilizaremos a análise quantitativa de dados que serão retirados do TSE e do IBGE. (AU) | |
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