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Mecanismos moleculares envolvidos na ativação simpática da neoglicogênese hepática

Processo: 19/05900-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Luiz Carlos Carvalho Navegantes
Beneficiário:Henrique Jorge Novaes Morgan
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/10089-2 - Controle neural, hormonal e nutricional da autofagia, AP.TEM
Assunto(s):Endocrinologia   Estresse térmico   Receptores adrenérgicos

Resumo

A compreensão dos mecanismos envolvidos na regulação da produção hepática de glicose e, mais especificamente, na neoglicogênese, é de grande importância para o entendimento fisiopatológico de diferentes doenças metabólicas e para o desenvolvimento de alternativas de tratamentos. Vários trabalhos têm demonstrado que a proteína ligante ao elemento responsivo de AMPc (CREB) associada ao seu coativador transcricional de CREB do tipo 2 (CRTC2) exerce um papel chave na indução do programa gênico da neoglicogênese hepática em resposta ao glucagon. Mas, praticamente nada se conhece sobre o papel do Sistema Nervoso Simpático (SNS) na modulação deste complexo transcricional e seus efeitos fisiológicos resultantes. Em experimentos recentes de nosso laboratório, foi verificado que a inervação simpática do fígado é capaz de ativar a expressão gênica e a atividade de enzimas chaves da neoglicogêneses em roedores expostos agudamente ao frio. Entretanto, os mecanismos moleculares envolvidos nestas respostas ainda não foram esclarecidos. Os estudos aqui propostos têm por finalidade: (1) dar continuidade na investigação do papel fisiológico do SNS na adaptação ao frio e na ativação da neoglicogênese via CREB/CRTC2 em fígado de camundongos submetidos à simpatectomia química; (2) estudar os receptores adrenérgicos hepáticos envolvidos na estimulação da neoglicogênese pela noradrenalina; (3) esclarecer as vias de sinalizações (PKA e PKC) envolvidas na possível ativação de CREB/CRTC2 pelo simpático.