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Desenvolvimento de um dispositivo microfluídico para avaliar a disgestibilidade de proteínas e resposta alérgica

Processo: 19/07309-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de julho de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica
Convênio/Acordo: Innovation Fund Denmark
Pesquisador responsável:Daniel Rodrigues Cardoso
Beneficiário:Priscila Marques Firmiano Dalle Piagge
Instituição-sede: Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/01189-0 - Novel aging: tecnologias e soluções para fabricar novos produtos lácteos para um envelhecimento saudável, AP.TEM
Assunto(s):Química de alimentos   Dispositivos e instrumentos médicos   Digestão   Proteínas do leite   Hipersensibilidade a leite   Peptídeos   Técnicas biossensoriais   Microfluídica

Resumo

A presente proposta faz parte do projeto temático Novel Aging (Tecnologias e soluções para fabricação de novos produtos lácteos para envelhecimento saudável/FAPESP 2017/01189-0). Este projeto tem o objetivo de desenvolver um dispositivo microfluídico capaz de simular a digestão humana (fase gástrica e oral) de proteínas do leite, avaliando a eficiência da digestão pela nESI-MS e a resposta alérgica a peptídeos bioativos, criando um biossensor com detecção de C4D. A digestão será simulada em um dispositivo microfluídico seguindo um protocolo padronizado para digestão de alimentos. Serão avaliados parâmetros como concentrações de enzimas, pH, tempo de digestão e concentrações de sais. A câmara microfluídica de digestão será acoplada on-line com um sistema de eletroforese microfluídica, que será de baixo custo fabricado por toner de poliéster e impressora a laser. Após a separação dos peptídeos e aminoácidos por eletroforese, as espécies serão coletadas em uma saída e destinadas à análise de nESI-MS e detecção de biossensores. Nesta etapa, será testada a viabilidade da integração on-line do dispositivo microfluídico com os modos de detecção. O biossensor será criado pela imobilização de anti-²-lactoglobulina na superfície do eletrodo. O detector de condutividade sem contato acoplado capacitivamente registrará diferenças na condutividade quando o alérgeno se liga a ele. As condições dos experimentos se assemelharão ao estado de digestão dos idosos, buscando fornecer dados para o desenvolvimento de produtos lácteos que atendam às exigências nutricionais dessa classe populacional. Acredita-se que o dispositivo lab-on-a-chip proposto aqui, uma vez desenvolvido e melhorado com sucesso, será um passo adiante no cenário de pesquisa sobre desnutrição de idosos. (AU)

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