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Análise histoquímica e histopatológica da cv. Solaris infectada com Plasmopara viticola e expressão de genes relacionados à patogênese em duas temperaturas

Processo: 19/11590-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Lilian Amorim
Beneficiário:Antonio Fernandes Nogueira Júnior
Supervisor no Exterior: Ulrich Schaffrath
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Local de pesquisa : RWTH Aachen University, Alemanha  
Vinculado à bolsa:17/02432-6 - Modelo de simulação de danos causados por míldio e ferrugem em Vitis spp. sob diferentes sistemas de condução, BP.PD
Assunto(s):Vitis vinifera

Resumo

O míldio da videira, causado por Plasmopara viticola, é a doença mais destrutiva de Vitis vinifera em todo o mundo. Programas de melhoramento de videira inseriram características de resistência a P. viticola em genótipos cultivados de V. vinifera e lançaram híbridos interespecíficos com resistência ao míldio. Os mecanismos de defesa da videira à P. viticola compreendem defesas químicas pré-existentes e induzem defesas estruturais e bioquímicas, como o acúmulo de proteínas relacionadas à patogênese, a geração de espécies reativas de oxigênio e morte celular. Em vários patossistemas, a temperatura afeta as respostas de resistência das plantas hospedeiras. Resultados obtidos durante o estágio BEPE (2018 / 00952-5) mostraram que a cultivar Solaris, resistente ao míldio, responde diferentemente à infecção pelo patógeno nas temperaturas de 20 e 25 oC. O cv. resistente Solaris inoculado com P. viticola apresentou grande necrose foliar a 25 oC em comparação com folhas mantidas a 20 oC. Os objetivos deste trabalho são (i) caracterizar o efeito de temperaturas de 20 e 25 oC na colonização de Plasmopara viticola, por meio de análises microscópicas, com diferentes técnicas de coloração e microscopia de epifluorescência utilizando a videira resistente cv. Solaris e cv suscetível. Riesling; (ii) determinar a expressão de genes relacionados à patogênese por qPCR nos estágios iniciais da infecção por P. viticola em cultivares resistentes e suscetíveis inoculadas com P. viticola e mantidas a 20 e 25 oC. Informações sobre como as doenças afetam a fisiologia foliar em seus hospedeiros é fundamental para o entendimento das perdas de rendimento causadas por patógenos e para a melhoria de modelos de simulação, que é um dos objetivos do projeto de pós-doutorado FAPESP (2017-02432-6). Esta proposta será realizada sob a supervisão do Dr. Ulrich Schaffrath, no Departamento de Fisiologia Vegetal da Universidade RWTH Aachen, na Alemanha, com a colaboração da Universidade de Göttingen.