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Como os modos baroclínicos verticais se relacionam com as Ondas de Rossby observadas por satélites altimétricos?

Processo: 19/13830-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 20 de julho de 2019
Vigência (Término): 29 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Física
Pesquisador responsável:Paulo Simionatto Polito
Beneficiário:Mariana Miracca Lage
Supervisor no Exterior: Jordi Isern-Fontanet
Instituição-sede: Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Institut de Ciències del Mar (ICM), Espanha  
Vinculado à bolsa:19/02968-9 - Ondas de Rossby baroclínicas e a circulação de revolvimento meridional do Atlântico Sul, BP.MS
Assunto(s):Amplitude

Resumo

Ondas de Rossby desempenham um papel fundamental na circulação de larga escala, principalmente no controle das correntes de borda oeste. Em um modelo baroclínico, são propensas a variabilidade quando ocorrem mudanças na estratificação oceânica. Neste projeto, ondas de Rossby foram identificadas em 11oS, 24.5oS e 34.5oS nos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. Notamos que as amplitudes das ondas variaram significativamente entre as bacias e propomos que a estratificação desempenhe um papel importante no que diz respeito a essa diferença. Frequencias de Brunt-Väisälä foram calculadas em função da profundidade nessas latitudes e foram observadas diferenças entre as três bacias. A decomposição modal (vertical) foi feita de modo a caracterizar as ondas verticalmente para relacionar o sinal de superfície com a coluna de água. Nesse contexto, a ideia principal é comparar os modos verticais obtidos através da quase-geostrofia aos da quase-geostrofia de superfície (SQG), para avaliar qual sinal o altímetro está representando. Dessa forma, nossa intenção é avaliar o papel desempenhado pela estratificação na amplitude das ondas de Rossby, comparando dados das três bacias oceânicas nas latitudes supracitadas. Além disso, pretendemos avaliar se existe contribuição significativa da energia transportada por grupos destas ondas na corrente de borda oeste no oceano Atlântico sul.