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Influência do adensamento vegetacional na germinação de espécies não arbóreas do Cerrado stricto sensu

Processo: 18/25321-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 31 de maio de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal
Pesquisador responsável:Rosana Marta Kolb
Beneficiário:Letícia Kansbock
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Assunto(s):Ecofisiologia vegetal   Cobertura vegetal   Germinação   Temperatura ambiente   Luz   Cerrado

Resumo

O cerrado stricto sensu (CSS) ocupa 70% da área do Cerrado brasileiro, sendo constituído majoritariamente por espécies não arbóreas. Nas últimas décadas, porém, este vem perdendo espaço para cerrados florestados, devido à influência antrópica nos regimes de fogo, que passaram a ser reduzidos ou suprimidos. Isto tem permitido que espécies sensíveis às queimadas naturais ocupem os cerrados abertos, o que tem reduzido a diversidade de espécies não arbóreas típicas do CSS e alterado suas características abióticas. No cerrado florestado há redução de amplitude térmica e da quantidade e qualidade de luz que chega ao sub-bosque, o que pode prejudicar a germinação de espécies adaptadas a ambientes mais abertos. Assim, este estudo visa avaliar a germinação de espécies não arbóreas típicas de CSS em condições que simulem o regime de temperaturas e de luz neste ambiente e de cerrado florestado. A hipótese é de que as sementes germinem melhor em condições que simulam o CSS, ou seja, na presença de luz, com maior razão entre vermelho e vermelho extremo e com regime de maior amplitude térmica.