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Influência da suplementação de ômega 3 na atenuação da cardiotoxicidade induzida pela doxorrubicina em ratos: papel da via da ceramida

Processo: 18/25677-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2019
Vigência (Término): 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Bertha Furlan Polegato
Beneficiário:Marina Gaiato Monte
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiotoxicidade   Quimioterapia   Doxorrubicina   Ácidos graxos ômega-3   Ceramidas   Esfingomielinas

Resumo

A cardiotoxicidade é o efeito colateral mais grave do tratamento com o quimioterápico doxorrubicina. A identificação dos mecanismos envolvidos na cardiotoxicidade permite a descoberta de estratégias de atenuação dessa complicação. As ceramidas são formadas a partir do metabolismo dos fosfolípides das membranas celulares e tem importante papel de sinalização intracelular e modulador de vias patológicas. Há evidências que a administração de ômega 3 possa atuar junto às membranas e interferir com essa via de dano celular. Objetivo: Avaliar o envolvimento da via da ceramida na patofisiologia da cardiotoxicidade induzida pela doxorrubicina em ratos e a influência da suplementação de ômega 3 na atenuação da lesão cardíaca nesse modelo. Material e Métodos: serão utilizados ratos Wistar machos (n=60), que serão alocados em 4 grupos: controle, administração de ômega 3, administração de doxorrubicina e administração de doxorrubicina + ômega 3. O ômega 3 (400mg/kg/dia) será administrado via gavagem por 6 semanas. Após 2 semanas do início da administração de ômega 3, será iniciada administração de doxorrubicina (3,5mg/kg, ip, 1x/semana) por 4 semanas. Será realizado ecocardiograma para avaliação da função cardíaca e eutanásia dos animais para coleta de material biológico, que será utilizado para análise do estresse oxidativo, metabolismo mitocondrial, atividade da enzima esfingomielinase, imunohistoquímica para marcação de ceramida e western blot para avaliação da expressão proteica de ceramida, caspase-3, TNF-±, NF-kB e Ik-B. A análise estatística será feita por ANOVA de 2 vias e considerado p < 5% para todas as análises. (AU)