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Relação da intensidade da prática de atividade física e seus diferentes domínios com a modulação autonômica cardíaca em indivíduos adultos: estudo epidemiológico

Processo: 19/09941-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 30 de junho de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Pesquisador responsável:Diego Giulliano Destro Christofaro
Beneficiário:Amanda Barbosa dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/07231-9 - Relação da intensidade da prática de atividade física e seus diferentes domínios na modulação autonômica cardíaca em indivíduos adultos: estudo epidemiológico, AP.R
Assunto(s):Saúde pública   Doenças cardiovasculares   Atividade física   Exercício físico

Resumo

Introdução: As doenças cardiovasculares são um grande problema de saúde pública e tem contribuído para elevado índice de mortalidade na população adulta. Um dos fatores precursores dessas enfermidades é a baixa modulação autonômica cardíaca. Dessa forma fatores que possam estar relacionados a maior modulação autonômica cardíaca devem ser investigados com o objetivo de prevenção das enfermidades cardiovasculares. Um desses fatores que pode contribuir para incrementos na modulação autonômica cardíaca é a prática de atividade física. Entretanto os estudos que investigaram essa relação têm sido controversos, geralmente avaliando a prática de atividade física por modo subjetivo, bem como não há clareza se os diferentes domínios de atividade física estariam relacionados de forma diferente com a modulação autonômica cardíaca. Objetivo geral: Analisar a relação da prática de atividade física medida de forma direta com a modulação autonômica cardíaca em adultos. Objetivos específicos: I) Testar a reprodutibilidade do questionário de prática de atividade física habitual de Baecke confrontando com os dados de atividade física do acelerômetro; II) Verificar por meio do questionário de Baecke se os diferentes domínios de atividade física (trabalho, lazer e atividades ocupacionais) se relacionam da mesma forma com a modulação autonômica cardíaca; III) Analisar se valores elevados de pressão arterial e frequência cardíaca de repouso são relacionados a pior modulação autonômica cardíaca independentemente do estado nutricional. Implicações: Os resultados desse estudo irão contribuir para esclarecer a relação entre a prática de atividade física e a modulação autonômica cardíaca considerando uma grande amostra de sujeitos (n=214), bem como se os diferentes domínios de atividade física estão relacionados com a modulação autonômica cardíaca. Esses resultados poderão auxiliar na elaboração de estratégias de promoção da saúde. Palavras-chave: Atividade física, modulação autonômica cardíaca, epidemiologia, saúde pública.

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