Busca avançada
Ano de início
Entree

MicroRNAs, neurodesenvolvimento e resposta immune antiviral: como eles podem estar conectados?

Processo: 19/13731-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 29 de novembro de 2019
Vigência (Término): 28 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Jean Pierre Schatzmann Peron
Beneficiário:Carolina Manganeli Polonio
Supervisor no Exterior: Francisco Javier Quintana
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Brigham and Women's Hospital (BWH), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:17/11828-0 - "avaliação do papel dos microRNAs na imunopatogênese da microcefalia causada pelo Zika Vírus em modelos experimentais", BP.DR
Assunto(s):MicroRNAs

Resumo

As infecções virais sempre foram a causa de doenças humanas graves, geralmente aumentando as taxas de morbidade e mortalidade em todo o mundo. Recentemente, o flavivírus Zika vírus (ZIKV) foi introduzido no Brasil causando um alarmante aumento no número de bebês nascidos com microcefalia. A ativação da resposta imune antiviral é muito importante no bloqueio da replicação viral, mas também é capaz de prejudicar o hospedeiro, especialmente durante a doença. A resposta imune é modulada por vários fatores diferentes, por exemplo, pós-transcricionalmente por miRNAs. Além disso, a importância dos miRNAs durante o desenvolvimento embrionário é inquestionável. Por exemplo, foi claramente demonstrado que a proliferação glial radial e a diferenciação neuronal e glial são finamente orquestradas pelos miRNAs. Nesse contexto, pouco se sabe sobre o envolvimento de miRNAs durante a infecção pelo ZIKV e o desenvolvimento cerebral. Neste contexto, este projeto pretende contribuir para o projeto de doutorado (#2017/11828-0) cujo objetivo principal é avaliar o papel dos miRNAs durante a infecção pelo ZIKV. Avaliaremos de forma mais funcional os possíveis alvos relevantes de miRNAs, com foco no neurodesenvolvimento e na resposta imune antiviral. Isso fornecerá dados extremamente importantes não apenas sobre a patogênese da microcefalia, mas também sobre possíveis alvos para intervenção terapêutica.