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Uso de tecnologias leading-edge em biologia molecular para caracterização de resistência a asparaginase

Processo: 19/09953-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 15 de outubro de 2019
Vigência (Término): 14 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Gisele Monteiro
Beneficiário:Iris Munhoz Costa
Supervisor no Exterior: Camila Oresco dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Cold Spring Harbor Laboratory (CSHL), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:16/25896-5 - Caracterização bioquímica e avaliação citotóxica de isoformas mutantes de L-Asparaginase II de Dickeya chrysanthemi (Erwinia chrysanthemi), BP.DR
Assunto(s):Análise de sequência de RNA   Linhagem celular   Leucemia-linfoma linfoblástico de células precursoras

Resumo

A L-asparaginase (ASNase) é uma L-asparagina amido-hidrolase usada como primeira linha do tratamento da leucemia linfoblástica aguda (LLA). A ASNase é capaz de catalisar a hidrólise da L-asparagina, esgotando esse aminoácido da corrente sanguínea. As células LLA dependem da obtenção da L-asparagina na corrente sanguínea para a síntese protéica e proliferação celular, uma vez que não são capazes de expressar ou expressam baixos níveis da enzima asparagina sintetase (ASNS). Atualmente, o biofármaco é obtido a partir de bactérias Escherichia coli e Erwinia chrysanthemi, e apesar de sua eficácia, muitos efeitos adversos são observados nos pacientes. A hipersensibilidade e a produção de anticorpos anti-ASNase podem ser observadas em até 60% dos pacientes, podendo resultar na resistência a ASNase ou do tratamenteto, o que resulta em níveis aumentados de recidiva da doença. Diferentes linhagens celulares de LLA respondem de forma diferente ao tratamento com ASNase. A linhagem de LLA Reh é caracterizada como resistente ao tratamento por expressar altos níveis de ASNS; além disso, expressa constitutivamente o gene da catepsina B (CTSB). No entanto, como a expressão gênica é modulada após a exposição ao ASNase nesta linhagem celular e a influência da CTSB nesta resposta não é conhecida. Portanto, avaliar as diferenças na expressão gênica da linhagem Reh com e sem expressão de CSTB pode contribuir para a elucidação de novos mecanismos de resistência e sensibilidade à ASNase, bem como para o desenvolvimento de enzimas mais eficientes. Para isso, será construído o knockout do gene CTSB na linhagem celular Reh através da técnica CRISPR / Cas9 e as células serão tratadas com diferentes proteoformas de ASNase. A comparação do perfil de RNA pode ajudar a elucidar como a linhagem de células Reh modula a expressão gênica durante a exposição à ASNase e se a atividade de CTSB interfere na resistência da linhagem Reh à ASNase.

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