| Processo: | 19/09953-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 15 de outubro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 03 de maio de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Gisele Monteiro |
| Beneficiário: | Iris Munhoz Costa |
| Supervisor: | Camila Oresco dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Cold Spring Harbor Laboratory (CSHL), Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 16/25896-5 - Caracterização bioquímica e avaliação citotóxica de isoformas mutantes de L-Asparaginase II de Dickeya chrysanthemi (Erwinia chrysanthemi), BP.DR |
| Assunto(s): | Análise de sequência de RNA Linhagem celular Leucemia-linfoma linfoblástico de células precursoras Biofármacos Biotecnologia farmacêutica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | asparaginase recombinante | Biofármaco | Leucemia linfoide aguda | Linhagem Celular | resistência antitumoral | RNA seq | Biotecnologia Farmacêutica |
Resumo A L-asparaginase (ASNase) é uma L-asparagina amido-hidrolase usada como primeira linha do tratamento da leucemia linfoblástica aguda (LLA). A ASNase é capaz de catalisar a hidrólise da L-asparagina, esgotando esse aminoácido da corrente sanguínea. As células LLA dependem da obtenção da L-asparagina na corrente sanguínea para a síntese protéica e proliferação celular, uma vez que não são capazes de expressar ou expressam baixos níveis da enzima asparagina sintetase (ASNS). Atualmente, o biofármaco é obtido a partir de bactérias Escherichia coli e Erwinia chrysanthemi, e apesar de sua eficácia, muitos efeitos adversos são observados nos pacientes. A hipersensibilidade e a produção de anticorpos anti-ASNase podem ser observadas em até 60% dos pacientes, podendo resultar na resistência a ASNase ou do tratamenteto, o que resulta em níveis aumentados de recidiva da doença. Diferentes linhagens celulares de LLA respondem de forma diferente ao tratamento com ASNase. A linhagem de LLA Reh é caracterizada como resistente ao tratamento por expressar altos níveis de ASNS; além disso, expressa constitutivamente o gene da catepsina B (CTSB). No entanto, como a expressão gênica é modulada após a exposição ao ASNase nesta linhagem celular e a influência da CTSB nesta resposta não é conhecida. Portanto, avaliar as diferenças na expressão gênica da linhagem Reh com e sem expressão de CSTB pode contribuir para a elucidação de novos mecanismos de resistência e sensibilidade à ASNase, bem como para o desenvolvimento de enzimas mais eficientes. Para isso, será construído o knockout do gene CTSB na linhagem celular Reh através da técnica CRISPR / Cas9 e as células serão tratadas com diferentes proteoformas de ASNase. A comparação do perfil de RNA pode ajudar a elucidar como a linhagem de células Reh modula a expressão gênica durante a exposição à ASNase e se a atividade de CTSB interfere na resistência da linhagem Reh à ASNase. | |
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