| Processo: | 19/13232-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Marcos Rogério André |
| Beneficiário: | Priscila Ikeda |
| Supervisor: | John Stephen Dumler |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Uniformed Services University of the Health Sciences, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 17/14124-4 - Detecção e caracterização molecular de agentes Anaplasmataceae, Bartonellaceae e Mycoplasmaceae em quirópteros amostrados em região periurbana no Centro-Oeste brasileiro, BP.DR |
| Assunto(s): | Microbiota Artrópodes Zoonoses Doenças transmitidas por vetores Morcegos Chiroptera |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bats | ectoparasites | Microbiome | oral swab | rectal swab | Agentes transmitidos por artrópodes vetores |
Resumo A ordem Chiroptera representa o segundo maior grupo de mamíferos do mundo e são apontados como reservatórios, hospedeiros e fonte de infecção para vários agentes com potencial zoonótico. Estima-se que 75% das doenças emergentes sejam zoonoses, das quais 22% compreendem doenças transmitidas por vetores. Portanto, devido à evidência de abundância de ectoparasitas em morcegos no Brasil e o papel desses mamíferos na Saúde Pública, é importante que se compreenda melhor a relação ecológica entre vetores, morcegos e agentes microbianos. Para isso, a metagenômica surge como uma importante ferramenta que pode ser usada para obter informações sobre patógenos e traçar o perfil de doenças e/ou surtos de doenças causadas por agentes infecciosos. Nosso grupo de pesquisa vem estudando a diversidade genética de agentes transmitidos por vetores em morcegos e seus ectoparasitos, focando principalmente nos agentes Bartonellaceae, Anaplasmataceae e Mycoplasmaceae. Embora esses agentes tenham sido comumente encontrados em estudos anteriores com microbiomas em outras regiões do mundo, pouco se sabe sobre as comunidades microbianas em ectoparasitos de morcegos e outras amostras do corpo, como saliva e fezes no Brasil. Como essas informações são escassas no noss país, o presente trabalho propõe avaliar a comunidade microbiana de ectoparasitos, saliva e fezes de morcegos não hematófagos coletados em região periurbana do centro-oeste brasileiro, utilizando ferramentas de sequenciamento de última geração. (AU) | |
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