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Busca pelo mecanismo de ação do complexo tris-(1,10-fenantrolina)ferro(II) e seus possíveis efeitos contra Mycobacterium tuberculosis

Processo: 19/10326-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Fernando Rogério Pavan
Beneficiário:Rachel Temperani Amaral Machado
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Mycobacterium tuberculosis

Resumo

Considerando o acelerado ritmo de surgimento de novos casos de tuberculose (TB), cerca de 10 milhões por ano, das elevadas taxas de resistência às principais classes de antimicrobianos, e tendo em vista ainda, que a TB ocupa hoje o primeiro lugar no ranking de causas de morte por um agente infeccioso, faz-se evidente a necessidade de controle e combate dessa doença que representa uma séria ameaça à saúde pública global. Para tanto, é preciso enfrentar o desafio do desenvolvimento de novos agentes ativos contra a TB. Nesse trabalho, o complexo metálico, tris-(1,10-fenantrolina)ferro(II), ([Fe(fen)3]2+), que nunca antes descrito como fármaco, continuará a ser objeto de estudo do nosso grupo já que apresentou-se como um bom candidato em testes prévios contra TB. Na tentativa de contribuir para a pesquisa de novos medicamentos que sejam eficazes e de fácil acesso para o tratamento da mesma, o objetivo será buscar o mecanismo de ação do complexo ([Fe(fen)3]2+) e seus possíveis efeitos contra Mycobacterium tuberculosis (MTB), através de metodologias que permitam o isolamento e sequenciamento genômico de mutantes espontaneamente resistentes. Além disso, o complexo será incorporado à um sistema lipídico nanoestruturado do tipo microemulsionado, com o intuito de aumentar a estabilidade e melhorar a biodisponibilidade oral do mesmo, e sua permeabilidade in vitro será avaliada através do ensaio de monocamada de células Caco-2, o metal será quantificado por Espectrômetro de Emissão Óptica por Plasma Acoplado Indutivamente (ICP-OES) e a permeabilidade da nanoestrutura confirmada por Microscopia Confocal de Varredura a Laser (MCVL). (AU)

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