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Dinâmica de herbicidas pré-emergentes sobre as palhas de milho e braquiária e eficácia de controle sobre buva e capim-amargoso em diferentes condições de precipitações

Processo: 19/02678-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 30 de setembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Leonardo Bianco de Carvalho
Beneficiário:Nágilla Moraes Ribeiro
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Plantas daninhas   Matologia   Semeadura direta   Controle químico

Resumo

O sistema de semeadura direta é bastante utilizado em diversas regiões do Brasil. Nesse sistema, herbicidas pré-emergentes são aplicados sobre a palha, o que influencia sua dinâmica e pode afetar sua transposição para o solo, impactando, por consequência, na eficácia de controle das plantas daninhas. Além disso, a dinâmica de transposição dos herbicidas depende, diretamente, da quantidade de chuvas e da época de aplicação após uma chuva. Se a quantidade de chuva não for suficiente ou se a palha não estiver suficientemente úmida, a transposição do herbicida pode não ser adequada para garantir sua eficácia de controle. Os estudos sobre dinâmica e eficácia de herbicidas aplicados sobre palha ainda são escassos, e, em grande parte, têm sido feitos sobre palha de cana-de-açúcar. O objetivo deste trabalho será avaliar a dinâmica de diclosulam, flumioxazin e diuron+sulfentrazone em palha (milho e braquiária, pensando em cenário de semeadura direta) e solo, e observar como esse comportamento afeta a eficácia de controle de Digitaria insularis e Conyza ssp., importantes plantas daninhas em diversos cultivos agrícolas. Os experimentos serão conduzidos em campo, laboratório e casa-de-vegetação. As palhas serão obtidas e caracterizadas em campo, e posteriormente usadas nos demais experimentos. A dinâmica dos herbicidas em palha e solo, testando diferentes lâminas de chuva (0, 10, 20 e 30 mm) após a aplicação e épocas de ocorrência da chuva (0, 2, 5, 7 e 10 dias) após a aplicação, será estudada em vasos, e a quantificação dos herbicidas será feita em laboratório (HPLC). A eficácia de controle dos herbicidas será testada em casa-de-vegetação, utilizando as mesmas lâminas de chuva e épocas supracitadas. Os dados serão previamente submetidos aos testes de homogeneidade de variâncias (Levene) e normalidade de resíduos (Shapiro-Wilk). Dependendo do resultado, os dados poderão ser analisados por estatística paramétrica (teste F e teste de Tukey) ou não paramétrica (teste de Kruskall-Wallis). O nível de probabilidade de erro adotado será de 5%. (AU)