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Efeitos da melatonina sobre a sensibilidade insulínica e a etapa inicial do sinal insulínico em ratos com periodontite apical

Processo: 19/12995-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2019
Vigência (Término): 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia
Pesquisador responsável:Doris Hissako Sumida
Beneficiário:Julia Ogata Santelli
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Endocrinologia   Resistência à insulina   Melatonina   Inflamação   Periodontite

Resumo

A relação entre processos inflamatórios orais e saúde sistêmica vem se tornando um aspecto de grande interesse da comunidade médica e odontológica, visto que o número de publicações sobre este tema aumentou consideravelmente nos últimos anos. A periodontite apical (PEA) é uma inflamação oral associada ao aumento de citocinas pró-inflamatórias que atenuam o sinal insulínico, contribuindo para a resistência insulínica (RI). Os resultados anteriores do nosso laboratório demonstraram que ratos adultos com PEA apresentam alterações no sinal insulínico em tecidos periféricos e RI. Sabe-se que a melatonina (MEL) promove melhora na sensibilidade à insulina. Assim, hipotetizamos que a administração de MEL em ratos com PEA possa prevenir a RI verificada nestes animais. Portanto, o presente estudo tem como objetivo avaliar os efeitos da administração da MEL sobre a sensibilidade à insulina e a etapa inicial do sinal insulínico em ratos adultos com PEA. Para tanto, serão utilizados 72 ratos Wistar com 60 dias de idade distribuídos aleatoriamente em 4 grupos (n = 18): a) controle (CN); b) controle suplementado com MEL (CNMEL); c) ratos com PEA induzida em primeiros e segundos molares (superiores e inferiores) do lado direito (PEA); d) PEA suplementado com MEL (PEAMEL). As PEAs serão induzidas aos 60 dias de idade empregando-se broca em aço carbono dotada de esfera na extremidade com 0,1 mm em primeiros e segundos molares superiores e inferiores do lado direito. Após a indução das PEAs, será iniciada a administração com MEL (5 mg/Kg) por via oral (diluída em água de beber) por 60 dias. Ao término do tratamento serão analisados os seguintes parâmetros: 1) glicemia; 2) insulinemia; 3) sensibilidade à insulina (HOMA-IR); 4) grau de fosforilação em tirosina da pp185 (após estímulo insulínico) no músculo sóleo (MS) e músculo extensor digital longo (EDL). A análise estatística será feita por análise de variância (ANOVA) de dois fatores, seguido pelo teste de Bonferroni e as diferenças entre os grupos serão consideradas significantes quando p < 0,05.

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