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Gastos com pesquisa e desenvolvimento e crescimento econômico: um estudo de painel de países

Processo: 19/00674-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Crescimento, Flutuações e Planejamento Econômico
Pesquisador responsável:Marislei Nishijima
Beneficiário:Luiza Caixeta Piazza
Instituição-sede: Instituto de Relações Internacionais (IRI). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Crescimento econômico   Desenvolvimento econômico   Inovações tecnológicas

Resumo

O estudo do crescimento econômico endógeno considera que o desenvolvimento econômico é consequência do progresso tecnológico, que acontece a partir da realização de pesquisas científicas, da busca por novas ideias e do surgimento de inovações. Tais modelos pressupõem que esses avanços tecnológicos são expressivos quando resultam de decisões dos agentes econômicos (tanto do setor público quanto do privado), ou seja, quando existe a intenção de se realizar pesquisa e desenvolvimento (P&D) e, portanto, decide-se investir no progresso tecnológico. A partir dessas ideias, o objetivo desse projeto é verificar se países que gastam mais recursos financeiros com P&D apresentam taxas de crescimento econômico maiores. Para essa finalidade, será analisada empiricamente a relação entre gastos com P&D, inovação tecnológica e o seu impacto sobre o crescimento econômico no longo prazo. A revisão da literatura, teórica e empírica, que avalia essa relação mostrará qual a maneira mais adequada de lidar com o problema de endogeneidade entre gastos em pesquisa e crescimento econômico. A revisão da literatura realizada até o momento sugere que modelos dinâmicos Orellano-Bond podem ser alternativas para lidar com o problema, bem como o desenvolvimento de estimativas em dois estágios, a saber: gastos gerando inovação e inovação gerando conhecimento. Serão utilizados dados anuais dos países de 1960 a 2017 provindos do Banco Mundial e de outras fontes internacionais para estimar modelos de regressão.

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