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Formação e manutenção de classes de equivalência: efeitos do uso de punição

Processo: 19/01248-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Deisy das Graças de Souza
Beneficiário:Alceu Regaço dos Santos
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Equivalência de estímulos   Matching to sample   Punição   Análise do comportamento   Relação de equivalência

Resumo

Classes de equivalência são definidas como sendo formadas por todos os elementos positivos que participam da contingência. O principal método para estudo deste fenômeno é o Matching to Sample. Utilizando esse modelo, diversos experimentos já verificaram o efeito de diferentes variáveis da tarefa (e dos estímulos utilizados) na formação e na manutenção das classes de equivalência. Entretanto, nenhum estudo buscou analisar o efeito do uso de punição como variável independente. Este estudo tem como objetivo, portanto, analisar o efeito do uso de punição na formação e na manutenção de relações de equivalência. Serão realizados dois experimentos: no Experimento 1, trinta participantes serão divididos em três grupos (em ambos serão ensinadas as relações A1B1C1D1 e A2B2C2D2), o primeiro passará por um treino utilizando apenas reforçamento positivo, o segundo irá passar por um treino utilizando reforçamento positivo e punição, e o terceiro por um treino utilizando apenas punição. Após a formação, serão testadas as relações BD/DB, os estímulos D serão avaliados utilizando o Diferencial Semântico e os participantes passarão por um teste no IRAP para verificar a força das relações. Estas etapas serão repetidas, para todos os sujeitos de todos os grupos, entre 30 e 35 dias depois da formação das classes para avaliar a manutenção.