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Participação do receptor FFAR2 na inflamação em modelo de colite induzida por DSS

Processo: 19/11662-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2019
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Marco Aurélio Ramirez Vinolo
Beneficiário:Sarah de Oliveira
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/15313-8 - Análise dos mecanismos moleculares envolvidos na interação de metabólitos da microbiota e células do hospedeiro durante a inflamação, AP.JP2
Assunto(s):Trato gastrointestinal   Ácidos graxos voláteis   Microbiota   Inflamação   Neutrófilos   Células epiteliais

Resumo

O trato gastrointestinal abriga um diverso número de microrganismos, dentre eles as bactérias, as quais são capazes de produzir os ácidos graxos de cadeia curta (AGCCs) através do metabolismo fermentativo de carboidratos não digeríveis provenientes da dieta. Os AGCCs são moléculas que atuam em diferentes funções biológicas, bem como podem agir como moléculas sinalizadoras que ativam os receptores acoplados a proteína G, como o FFAR2, tais receptores são altamente expressos em células mielóides e epiteliais. Nos neutrófilos, a ação dos AGCCs pode levar a sua quimiotaxia através da sinalização pelo receptor FFAR2. Um desequilíbrio de diversos fatores pode levar a doenças inflamatórias intestinais, dentre elas a colite, um quadro inflamatório que acomete o cólon intestinal. Um dos modelos experimentais utilizados para a colite é a indução por sulfato de sódio dextrano (DSS), onde a ação do composto químico leva a lesão da barreia epitelial intestinal e inflamação do tecido adjacente. Estudos acerca da relação do receptor FFAR2 e a inflamação intestinal com camundongos FFAR2 KO indicam que a ativação do receptor nestas células desempenha um papel importante no desenvolvimento de doenças inflamatórias. No entanto, os mecanismos por trás deste efeito não estão claramente definidos uma vez têm-se resultados contraditórios publicados. Neste contexto, o objetivo deste projeto é identificar a participação celular do FFAR2 durante a inflamação intestinal causada pela administração de DSS. Para isso, usaremos camundongos com deleção desse gene nas células epiteliais intestinais e neutrófilos, nos quais será induzida a colite através da administração de DSS na concentração de 2,5% na água de beber. (AU)