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Potencial de mitigação de metano in vitro em pastos de capim Mulato II manejados sob métodos de lotação e fontes de suplementos

Processo: 19/12724-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Pastagens e Forragicultura
Pesquisador responsável:Carlos Guilherme Silveira Pedreira
Beneficiário:Vinícius Grillo
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Sustentabilidade   Produção animal   Manejo do solo   Pastejo   Metano   Capim mulato   Técnicas in vitro   Delineamento experimental

Resumo

Estudos comparando a lotação rotativa com a lotação contínua, usando alturas média como referência comparativa são escassos, mas necessários para adequação das técnicas de manejo. O manejo do pastejo pode ser uma ferramenta para manipular a digestibilidade da forragem e favorecer a redução de emissões de metano pelos ruminantes. A manipulação do substrato da dieta a partir da suplementação de animais mantidos em pastagens vem sendo reportada como estratégia eficiente para modular a fermentação ruminal e reduzir a produção de CH4. O objetivo com este estudo é comparar e contrastar os efeitos do método de pastejo e do uso de suplemento nas emissões de CH4 e no perfil da degradabilidade in vitro da fibra. O delineamento será em blocos completos casualizados, com três repetições, seguindo um arranjo fatorial 6 × 5. Os tratamentos corresponderão a todas as combinações, entre seis métodos de pastejo do experimento 1 (à campo): 1) lotação contínua mimetizada com 20 cm de altura (variação de 10%); 2) lotação contínua mimetizada com 30 cm de altura (variação 10%); 3) lotação rotativa 20 com desfolhação leniente de 33%; 4) lotação rotativa 30 desfolhação leniente de 33%; 5) lotação rotativa 20, desfolhação moderada de 47%; e 6) lotação rotativa 30, desfolhação moderada de 47% - e cinco estratégias de suplementação: a) foragem sem suplemento, b) 2% de NO3- + 0,24% S elementar no consumo de matéria seca (CMS), c) 60 g de óleo de soja por kg do CMS, d) 5% de concentrado do CMS, e e) 60 g de óleo de soja por kg do CMS + 5% de concentrado do CMS. Espera-se que os efeitos combinados dos métodos de pastejo e do uso de suplementos em pastagens permita racionalizar sobre as respostas das plantas e suas flexibilidades de manejo, somado a estratégias para redução das emissões CH4 entérico de bovinos, identificando oportunidades de avanços para a sustentabilidade da produção de bovinos em pastagens.

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: