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Dexmedetomidina isolada ou associada à morfina por via epidural em cadelas submetidas à ovariohisterectomia eletiva

Processo: 19/04534-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Pesquisador responsável:Beatriz Perez Floriano
Beneficiário:Andressa Rodrigues de Souza
Instituição-sede: Faculdades Integradas de Ourinhos (FIO). Fundação Educacional Miguel Mofarrej. Ourinhos , SP, Brasil
Assunto(s):Anestesiologia veterinária   Analgesia   Analgésicos opioides   Cães   Anestesia local

Resumo

Técnicas de anestesia local proporcionam melhor analgesia intraoperatória e diminuem o uso anestésicos gerais. A anestesia epidural é indicada devido a seu baixo custo, fácil execução e segurança. Atualmente, não há estudos que avaliem a dexmedetomidina por via epidural sem associação com anestésicos locais, e nem seus possíveis sinergismos com opioides. Portanto, objetivou-se neste estudo avaliar a analgesia proporcionada pela associação epidural entre dexmedetomidina e morfina em cadelas submetidas à cirurgia de ovariohisterectomia eletiva. Serão utilizadas 24 cadelas submetidas à cirurgia de ovariohisterectomia e alocadas em 3 grupos: GD, dexmedetomidina 2 µg/kg; GM, morfina 0,1 mg/kg; e GDM, dexmedetomidina associada à morfina nas mesmas doses. Todos os grupos serão diluídos em NaCl 0,9% até o volume final de 0,36 mL/kg. As variáveis frequência cardíaca (FC), frequência respiratória (FR) e pressão arterial sistólica (PAS) serão colhidas antes da anestesia epidural (MB), após a anestesia peridural (MAP), no início da incisão cirúrgica (MIC), no pinçamento do primeiro pedículo ovariano (MP1), no pinçamento do segundo pedículo ovariano (MP2), no pinçamento do coto uterino (MCU), ao início da sutura de cavidade abdominal (MIS) e ao final da sutura (MFS). Se necessário, será realizado resgate com fentanil 2 µg/kg, utilizando como critério de nocicepção aumento 20% nas variáveis fisiológicas. Ao final, os dados serão analisados por meio de ANOVA com medidas repetidas seguida de teste de Tukey ou teste de Friedman seguido de teste de Dunn. A relação entre o número de resgates analgésicos e os protocolos será avaliada por teste de qui-quadrado ou teste exato de Fisher. Todas as análises serão realizadas sob 5% de significância.