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Indução da quimiorresistência em células de linhagens de câncer de mama humano e posterior tratamento com quimioterápicos alvo-específicos

Processo: 19/10229-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Debora Aparecida Pires de Campos Zuccari
Beneficiário:Júlia Ferreira Balan
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Neoplasias mamárias   Quimiorresistência   Carboplatina

Resumo

O câncer de mama é a neoplasia maligna mais frequente entre as mulheres. Para um bom prognóstico, um significativo desafio é a recidiva tumoral, que, em muitos casos, decorre do desenvolvimento de células resistentes ao tratamento quimioterápico prévio. Mecanismos como o reparo do DNA e a transição epitélio mesenquimal estão envolvidos com a indução da quimiorresistência. O primeiro processo é responsável pela manutenção da integridade genômica das células, possibilitando a proliferação celular. Enquanto isso, o segundo pode estar relacionado com a geração de células menos diferenciadas e ao surgimento de células com propriedade de células tronco, capazes de formar diferentes clones, resultando na heterogeneidade intratumoral, que, por sua vez, culmina na quimiorresistência. Diante desse cenário, entende-se a importância da medicina personalizada, com o uso de drogas alvo-específicas, para o tratamento do câncer. Desta forma, o objetivo desse estudo é induzir a resistência em células de linhagens de câncer de mama, MCF7 e MDA-MB-468, por meio do tratamento com carboplatina, e, posteriormente, tratar as células quimiorresistentes com os medicamentos alvo-específicos erlotinibe e cetuximab, inibidores do receptor de fator de crescimento epidermal, e olaparib, droga inibidora de PARP. A viabilidade celular será avaliada por meio do ensaio MTT (3{4,5-dimetiliazol-2-il} -2,5difeniltetrazolium bromídeo). Assim, pretende-se comprovar a efetividade das terapias individualizadas para tratar as células quimiorresistentes, visando um melhor prognóstico e aumento de sobrevida das pacientes.