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Estudo ultraestrutural do endométrio equino submetido a ozonioterapia

Processo: 19/11680-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:Jair Camargo Ferreira
Beneficiário:Sophia Panelli Marchió
Instituição-sede: Pró-Reitoria Adjunta de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil

Resumo

O estudo em questão descreverá pela primeira vez os efeitos do ozônio (O3) na arquitetura superficial do útero de éguas através de microscopia eletrônica. Para tanto, 21 fêmeas não gestantes serão distribuídas dentre três grupos (n=7 éguas/grupo) de acordo com o tratamento a ser realizado: Éguas dos grupos O3, ½O3 e Controle receberão, respectivamente, tratamento intrauterino com mistura gasosa O3-O2 contendo 42¼g, 21¼g e 0¼g O3/mL, respectivamente. Os tratamentos serão realizados a cada três dias e ao longo de seis dias. Para a infusão da mistura gasosa, será utilizado fluxo de 0,25 mL gás/min durante três minutos consecutivos. Amostras de tecido endometrial serão obtidas por meio de biopsia uterina imediatamente antes do primeiro tratamento e 24 horas após a terceira insuflação da cavidade uterina. Os fragmentos endometriais serão fixados em gluteraldeído 2,5% em tampão cacodilato de sódio 0,1M. Posteriormente, a análise ultraestrutural da superfície uterina será realizada por meio de microscopia eletrônica de varredura, levando em consideração os parâmetros a seguir: a) integridade estrutural da superfície endometrial, b) quantificação dos tipos celulares, c) tamanho e formato dos tipos celulares, d) decidualização do estroma, e) presença de pinopódes, f) densidade de cílios e microvilos, g) vascularização endometrial, h) frequência e tamanhos de sulcos, e i) presença de fragmentos celulares ou teciduais.