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Avaliação das respostas metabólicas a estresses ambientais em Gracilaria

Processo: 19/06983-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Biológica
Pesquisador responsável:Pio Colepicolo Neto
Beneficiário:Cícero Alves Lima Júnior
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/06931-4 - Biodiversidade e prospecção de algas de águas tropicais e da Antártica marítima, AP.BTA.TEM
Assunto(s):Rhodophyta   Algologia   Metaboloma   Estresse   Biotecnologia   Macroalgas

Resumo

As algas marinhas desenvolveram estratégias de defesa para se adaptarem aos desafios ambientais (exposição à luz, poluição, etc.). Isso resultou em uma grande diversidade de compostos de diferentes vias metabólicas, o que destaca a plasticidade dessas macrófitas. Diferentes abordagens têm sido usadas para medir as mudanças no metabolismo causadas por esses desafios, mas nenhum protocolo foi tão poderoso quanto a metabolômica ambiental. A integração de química analítica (como HPLC-MS e GC-MS) com a bioinformática tem sido demonstrada como uma abordagem robusta para avaliar a metabolômica ambiental. A fim de entender os mecanismos envolvidos na carotenogênese e nas respostas ao estresse em macroalgas, uma espécie do Graciliaria foi escolhida. Sabe-se que a salinidade e o estresse luminoso podem afetar a síntese de uma enorme gama de moléculas em microalgas, como o Haematococcus. O objetivo inicial deste projeto é verificar o pool de metabólitos que a macroalga Gracilaria sintetiza após esses estresses. Todos os experimentos serão realizados em condições axênicas e em água do mar artificial. Todos os métodos já estão estabelecidos e esperamos ter um grande aumento no conhecimento da bioquímica das algas vermelhas e como eles sintetizam os carotenóides, que também são muito importantes para aplicações biotecnológicas. Nós também pretendemos construir uma rede metabólica para tentar entender o fluxo das moléculas de sinalização devido ao estresse e definir o ponto chave para a engenharia metabólica, a fim de controlar a carotenogênese.