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Processos degenerativos e regenerativos na Doença de Alzheimer: da cultura de células à terapia celular

Processo: 19/15266-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Beatriz de Oliveira Monteiro
Beneficiário:André Santos Costa
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/12412-2 - Processos degenerativos e regenerativos na Doença de Alzheimer: da cultura de células à terapia celular, AP.R
Assunto(s):Neurofisiologia   Células-tronco   Neuroproteção   Hipocampo   Doença de Alzheimer   Células-tronco mesenquimais   Células-tronco neurais   Exercício físico   Modelos animais de doenças

Resumo

Com a crescente da prevalência da doença de Alzheimer (DA) na população mundial, torna-se cada vez mais evidente a necessidade de se compreender melhor as causas e os fatores de risco envolvidos na doença, além da busca de novas intervenções que possam auxiliar o desenvolvimento de estratégias eficazes de prevenção e tratamento. Células tronco mesenquimais (MSC) e neurais (NSC) estão envolvidas em mecanismos de imunorregulação, ações tróficas, proliferativas e anti-apoptóticas, além de promover neurogênese e angiogênese, e apresentar potencial para regeneração do tecido nervoso, diminuição de deposição de placas ²-amilóides (²A) e estabilização dos níveis de neurotrofinas, constituindo uma estratégia promissora para o tratamento da DA. Outra emergente estratégia que vem sendo estudada como possível terapia para a DA é o exercício físico, que auxilia na manutenção da função cognitiva redução do declínio cognitivo, melhora na memória e aprendizagem, e diminuição no risco do desenvolvimento da DA. Assim, propomos investigar a DA quanto aos processos degenerativos presentes ao longo do desenvolvimento da doença, e quanto às possibilidades terapêuticas e regenerativas. Por estudos in vitro podemos investigar as características das neuroesferas de animais com DA na presença de neurotrofinas adicionadas na cultura, e os aspectos envolvidos na formação das esferas, o que pode colaborar para melhor entendimento do processo fisiopatológico da DA. Células tronco mesenquimais ou neurais transplantadas no hipocampo de animais transgênicos para a DA (APP/PS1) submetidos ao exercício físico de resistência devem interferir na expressão de fatores neurotróficos, formação das placas ²A, vascularização e na redução da inflamação, além de reduzir o prejuízo da memória e o déficit cognitivo.

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