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Economia política e história natural: o caso escocês

Processo: 19/10270-1
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 15 de novembro de 2019
Vigência (Término): 29 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia
Pesquisador responsável:Pedro Paulo Garrido Pimenta
Beneficiário:Pedro Paulo Garrido Pimenta
Anfitrião: Laurent Jaffro
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne, França  
Assunto(s):Teleologia   Equilíbrio

Resumo

O projeto pretende ler alguns escritos de Hume, Smith e Ferguson à luz das relações entre a economia política que neles se desenha como ciência e as ciências naturais da época, com destaque para a fisiologia, a anatomia e a taxonomia. Buscando compreender as analogias e assimilações entre diferentes ramos do conhecimento no século XVIII, o projeto se propõe como um prolongamento de pesquisas que resultaram primeiro em minha tese de livre docência, defendida em 2016 e publicada em 2018, e depois em uma bolsa concedida pela Fapesp para um estágio de dois meses na Universidade de Edimburgo em 2017 (processo 2016/24781). O objetivo geral dessas pesquisas é estudar como a tradição empirista a partir de Hume e especialmente na Escócia deu origem a uma concepção particular da natureza dos seres vivos. Como tenho mostrado em meus estudos, essa concepção é não apenas altamente original por si mesma, como também é aplicada, de diferentes modos e com métodos próprios, pelos filósofos em questão como uma espécie de esquema através do qual é possível compreender devidamente fenômenos relativos à produção e à circulação da riqueza no quadro de uma teoria geral do corpo político.