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Correlação entre o tempo de exposição na postura em pé durante o trabalho e a ocorrência de dor em membros inferiores de trabalhadoras da limpeza e cuidadoras de idosos

Processo: 18/18144-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Tatiana de Oliveira Sato
Beneficiário:Gabriel Aguiar de Souza
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Saúde do trabalhador   Ergonomia   Trabalhadores   Cuidadores de idosos   Dor   Postura   Equilíbrio postural   Membros inferiores   Inquéritos e questionários   Estudos transversais

Resumo

A postura em pé mantida por tempo prolongado durante o trabalho tem sido associada a sintomas musculoesqueléticos. Entretanto, poucos estudos avaliam o tempo de exposição na postura em pé utilizando medidas objetivas. Objetivo: Verificar se o tempo de exposição na postura em pé no trabalho está associado com sintomas musculoesqueléticos em membros inferiores nos últimos sete dias e nos últimos 12 meses. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, em trabalhadoras que permanecem longos períodos na postura em pé durante o trabalho. Os dados serão obtidos a partir de pesquisas primárias do grupo de pesquisa aprovadas pelo Comitê de Ética em Pesquisa. O tempo em pé no trabalho será quantificado por meio de inclinômetros fixados na coxa e coluna vertebral. Os sintomas musculoesqueléticos serão avaliados por meio do Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares. Os dados serão analisados de forma descritiva e por meio da correlação ponto bisserial (rpb) entre a variável contínua (tempo em pé no trabalho) e as variáveis dicotômicas (presença de sintomas musculoesqueléticos). As análises serão realizadas por meio do software SPSS e o nível de significância adotado será de 5%. Resultados esperados: Espera-se encontrar alta correlação (rpb e 0,7) entre o tempo em pé no trabalho e os sintomas musculoesqueléticos em membros inferiores.