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Otimização da enxertia de mesa tipo ômega em goiabeiras propagadas por estaquia

Processo: 19/07063-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Gustavo Henrique de Almeida Teixeira
Beneficiário:Pedro Augusto Nicolete Bordin
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Ácido ascórbico   Porta-enxertos   Ácido cítrico   Propagação   Fruticultura

Resumo

No projeto de Iniciação Científica (IC) do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), intitulado "Viabilidade da enxertia de mesa tipo ômega em goiabeiras propagadas por estaquia", esta técnica não se mostrou, inicialmente, viável para a enxertia de goiabeira propagadas por estaquia em função do rápido escurecimento da região da enxertia e, consequentemente, morte do enxerto. Todavia, a imersão das estacas e garfos em soluções contendo 2,0% de ácido cítrico (m/v) e 1,0% de ácido ascórbico controlou o escurecimento e possibilitou o pegamento de 28,6% a 37,5% dos enxertos para as cultivares 'Paluma' e 'Pedro Sato', respectivamente. Desta forma, em função da presença do nematóide-das-galhas (Meloidogyne mayaguensis Rammah & Hirschmann) como fator limitante para a produção e para a qualidade dos frutos de goiabeira em todo o mundo e da necessidade de se produzir o porta-enxerto via estaquia resistente a este nematóide e de se realizar a enxertia com as variedades copa susceptíveis, este projeto tem por objetivo otimizar a enxertia de mesa do tipo ômega em goiabeiras 'Paluma' e 'Pedro Sato'. Para isso serão colhidas estacas herbáceas da cultivar tolerante ao nematóide-das-galhas ('Tailandesa') como porta-enxertos. Estas estacas e os garfos das variedades copa serão imersos em soluções contento 2,0% de ácido cítrico (m/v) e 1,0% de ácido ascórbico, anteriormente a enxertia por meio de alicate tipo ômega. As estacas enxertadas serão tratadas com ácido indol butírico (AIB) e colocadas para enraizar em câmara de nebulização, seguindo os procedimentos comumente adotados pelos viveiros comerciais. Após 90 dias da montagem do experimento serão avaliados os seguintes parâmetros: i. pegamento do enxerto (%), ii. enraizamento das estacas (%), iii. massa seca e fresca das raízes por estaca (g), iv. número de raízes por estaca, v. comprimento das raízes (cm), vi. sobrevivência (%) e vii. retenção foliar (%).